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Polícia Civil identifica e conduz mulher suspeita de estelionato

  • Por: Thanize Borges / Ascom PCBA
Polícia Civil identifica e conduz mulher suspeita de estelionato A investigada utilizava chave Pix fraudulenta com nome semelhante ao da empresa para a qual trabalhava para desviar valores que ultrapassam R$ 16 mil. (Foto: Ascom / PCBA)

A Polícia Civil da Bahia realizou, nesta sexta-feira (12), a condução de uma mulher, de 30 anos, suspeita da prática do crime de estelionato no âmbito empresarial, em Vitória da Conquista. De acordo com as investigações, a conduzida, aproveitando-se da condição de funcionária de uma empresa do ramo de soluções ambientais, criou uma chave Pix fraudulenta com nomenclatura semelhante à da empresa, passando a receber pagamentos de clientes como se fosse a verdadeira conta corporativa.

Segundo apurado, a prática criminosa vinha ocorrendo há aproximadamente sete meses, período em que foram desviados valores superiores a R$ 16 mil. Após diligências investigativas, a suspeita foi localizada e confessou espontaneamente a prática delituosa, além de fornecer voluntariamente seus dados bancários, que reforçam as provas já reunidas nos autos da investigação.

A ação foi realizada por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Vitória da Conquista), com apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Sudoeste).  Diante dos fatos, a mulher foi conduzida à DRFR/Vitória da Conquista, onde prestou esclarecimentos e responderá ao inquérito policial em liberdade.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar possíveis outras vítimas e dimensionar o prejuízo total causado pela ação criminosa.

Operação Máscara da Polícia Civil desarticula organização criminosa

  • Por: Thanize Borges / Ascom PCBA
Operação Máscara da Polícia Civil desarticula organização criminosa Sete mandados judiciais contra integrantes de organização criminosa foram cumpridos. (Foto: Ascom / PCBA)

Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Máscara para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra investigados por integrarem uma organização criminosa responsável por crimes contra instituições financeiras na cidade de Jequié. A operação resultou na prisão de cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens.

As investigações para identificação dos suspeitos e mapeamento do modo de atuação da organização tiveram início em janeiro de 2026, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), após o registro de uma notícia-crime que apontava prejuízo patrimonial de aproximadamente meio milhão de reais a uma instituição financeira. Somente nesta etapa da operação, foi possível identificar dez tentativas de abertura de contas e 32 contas efetivamente abertas de forma fraudulenta, das quais decorreram prejuízos para a instituição financeira.

Conforme apurado no inquérito policial, a organização utilizava imagens dos próprios integrantes em documentos falsificados emitidos em nome de terceiros. O grupo também utilizava indevidamente os limites de cartões de crédito das vítimas para transferências de valores, realizava contratações fraudulentas de empréstimos em prejuízo dos titulares legítimos e efetuava compras sem autorização dos proprietários dos cartões.

Dessa forma, obtinha vantagem ilícita por meio de um sofisticado esquema de falsificação documental e fraude financeira.

As apurações também demonstraram que os lucros ilícitos eram repartidos entre os líderes da organização, que ostentavam elevado padrão de vida, com imóveis, veículos e objetos de luxo.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar em diversos endereços da cidade, resultando na prisão preventiva de cinco investigados. Além disso, durante as diligências, foram apreendidos dois veículos, um jet ski, duas motocicletas e aparelhos celulares. Também foram realizados o bloqueio, o sequestro e o arresto de valores, bens e ativos financeiros acumulados ilicitamente pela organização criminosa.

Após as prisões, os investigados foram encaminhados à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça.

“As diligências de hoje integram a primeira fase da Operação Máscara, cujo objetivo foi desarticular o grupo responsável por crimes de estelionato, corrupção de menores, organização criminosa e lavagem de dinheiro no município. As investigações prosseguem com o intuito de identificar e prender outros envolvidos”, afirmou o coordenador da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), delegado Roberto Leal, responsável pela operação.

A operação foi realizada por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), e contou com o apoio de equipes da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Central) e das Delegacias Territoriais de Jequié, Ipiaú, Jaguaquara e Ibirataia.

Operação Elas por Elas investiga tortura contra mulheres em instituição de acolhimento A ação da Polícia Civil cumpre mandados por tortura, peculato, estelionato e lavagem de capitais. (Foto: Ascom/ PCBA)

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta segunda-feira (23), a Operação Elas por Elas, com o objetivo de cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão no município. A investigação apura a prática dos crimes de tortura, peculato, estelionato e lavagem de capitais.

Indícios apontam para uma pessoa ligada a uma associação voltada à proteção de mulheres vítimas de violência doméstica, que aparece em um vídeo praticando agressões físicas e psicológicas contra acolhidas da instituição, incluindo uma adolescente de 17 anos. Também foram identificados indícios de irregularidades financeiras, incluindo possível desvio de recursos públicos e movimentações consideradas suspeitas, além da instalação de câmeras de monitoramento em ambientes privados da instituição, o que configura violação à intimidade das acolhidas.

A Justiça autorizou o afastamento cautelar da diretoria da entidade investigada, a nomeação de interventor judicial para administração provisória da instituição e o acesso a informações da entidade. A decisão também prevê o encaminhamento das possíveis vítimas à rede de proteção social, com acompanhamento especializado.

As diligências são conduzidas pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam/Jequié), com o apoio da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), da Deam de Vitória da Conquista, da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), do Departamento de Polícia Técnica (DPT), das Delegacias Territoriais de Jequié, Jaguaquara e Ipiaú, além da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin/Sudoeste).

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