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PMBA realiza revista no conjunto prisional

  • Por: Redação Sertão Hoje
PMBA realiza revista no conjunto prisional Foram apreendidas substâncias análogas à cocaína e maconha, cujo interno foi identificado e conduzido, pela Policia Penal, ao DISEP, para adoção das medidas legais cabíveis. (Foto: Instagram / @cipesudoestepmba)

Neste último sábado (25), por volta das 7h30 da manhã, um pelotão de choque da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE) Sudoeste realizou revista no Conjunto Prisional Advogado Nilton Gonçalves de Vitória da Conquista.

De acordo com a corporação, durante a operação, foram adotados os procedimentos de extração e custódia temporária dos internos, garantindo a segurança e o controle do ambiente.

Ainda conforme os policiais, no momento da inspeção, foram apreendidos substâncias análogas à cocaína e maconha, cujo interno foi identificado e conduzido, pela Policia Penal, ao DISEP, para adoção das medidas legais cabíveis. A ação foi conduzida de forma organizada e técnica, seguindo os protocolos operacionais da unidade, com o objetivo de manter a ordem e a disciplina no estabelecimento prisional. Fonte: Ascom / CIPE Sudoeste

Operação Artemis da FICCO Bahia alcança 75 criminosos na sua 3ª fase As capturas tiveram como foco indivíduos procurados pela prática de crimes graves, como homicídios, latrocínios, roubos majorados, tráfico de drogas e organização criminosa. (Foto: Divulgação/ Ascom SSP)

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA), em conjunto com forças estaduais e federais da Bahia e de outros estados da Federação, deflagrou mais uma fase da Operação Artemis, resultando na captura de 75 (setenta e cinco) criminosos de alta periculosidade. Trata-se de uma ação continuada, com o objetivo estratégico de localizar e capturar foragidos da Justiça envolvidos em crimes violentos, especialmente aqueles vinculados a facções criminosas com atuação no estado da Bahia.

As ações operacionais e de inteligência foram desenvolvidas entre os meses de fevereiro e abril de 2026 e resultaram do trabalho integrado de inteligência, análise de dados e diligências operacionais, coordenadas entre as forças policiais que compõem a FICCO/BA, com apoio de FICCOs de outros estados. Esse modelo de atuação conjunta permitiu elevar a eficiência das operações e ampliar o alcance das ações de captura.

As prisões ocorreram em diversos municípios baianos, entre eles Salvador, Feira de Santana, Jequié, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi, Itapetinga, Ipiaú, Cruz das Almas, Santo Amaro, Canavieiras, Sento Sé e Alagoinhas. Houve, ainda, ações bem-sucedidas em outros estados da Federação, com prisões realizadas em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Ceará e Tocantins, evidenciando a capilaridade e a articulação interestadual da operação.

Observa-se que integrantes de facções criminosas, especialmente lideranças com elevado grau de periculosidade, frequentemente se evadem para outros estados na tentativa de frustrar a atuação policial. Mesmo à distância, continuam a ordenar crimes violentos e a exercer controle sobre o tráfico de drogas e armas. Diante desse cenário, foram desencadeadas ações específicas voltadas à localização e captura desses indivíduos fora do território baiano.

Destacam-se, ainda, prisões internacionais de foragidos da Justiça baiana. Criminosos de alta periculosidade que acreditavam estar fora do alcance da persecução penal foram localizados em outros países por meio de ações integradas realizadas fora do Brasil, especialmente na Bolívia. Essas operações demonstram o alcance da cooperação policial internacional e a capacidade de articulação das forças que integram a FICCO/BA.

As capturas tiveram como foco indivíduos procurados pela prática de crimes graves, como homicídios, latrocínios, roubos majorados, tráfico de drogas e organização criminosa, reforçando o compromisso permanente das instituições de segurança pública com a retirada de circulação de criminosos violentos e com a redução dos índices de criminalidade.

Cada mandado de prisão cumprido representa o resultado de uma investigação qualificada, devidamente instruída com elementos probatórios suficientes para o convencimento do Poder Judiciário e a consequente decretação da privação da liberdade do investigado, prevenindo a reiteração criminosa. A integração das forças policiais em ações operacionais, de inteligência e investigativas revela-se indispensável para a efetividade do enfrentamento ao crime violento e organizado.

A FICCO Bahia é atualmente composta pela Polícia Federal, Polícia Militar da Bahia, Polícia Civil da Bahia, Polícia Penal da Bahia, Secretaria Nacional de Políticas Penais e pela Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia, constituindo um modelo exitoso de cooperação interinstitucional no combate ao crime organizado.

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