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Diretor do Denarc representa a Polícia Civil da Bahia em encontro nacional Delegado foi palestrante no 1º Encontro Nacional da Renoe e da Renarc, realizado em Brasília. (Foto: Ascom / PCBA)

A Polícia Civil da Bahia, por meio do diretor do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), delegado Ernandes Júnior, participou do 1º Encontro Nacional da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Renoe) e da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento ao Narcotráfico (Renarc), realizado em Brasília, entre os dias 24 e 26 de junho.

O encontro reuniu diretores e chefes de investigação dos Departamentos Especializados de Investigação e Repressão ao Narcotráfico das Polícias Civis dos 26 estados e do Distrito Federal, além de representantes das Polícias Militares, com o objetivo de fortalecer a integração entre as forças de segurança no enfrentamento ao crime organizado e ao narcotráfico.

Além de representar a instituição, o delegado Ernandes Júnior participou da programação como palestrante, apresentando o tema “Ferramentas Tecnológicas como Instrumento de Integração Operacional no Enfrentamento ao Crime Organizado".  Também representou a Polícia Civil da Bahia no encontro o chefe de investigação do Denarc, investigador Alessandro Pereira.

Durante a exposição, foram compartilhadas experiências desenvolvidas pela Polícia Civil da Bahia na utilização de soluções tecnológicas voltadas à produção de inteligência, à integração entre forças de segurança e ao aprimoramento das investigações contra organizações criminosas.

Atuação

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Renarc, que busca integrar as Polícias Civis de todos os estados brasileiros no combate ao narcotráfico, contabiliza mais de cinco mil prisões e centenas de toneladas de drogas apreendidas, com prejuízo estimado em mais de R$ 2 bilhões ao crime organizado.

Já a Renoe, que fortalece o enfrentamento ao crime organizado por meio da integração das unidades especializadas das Polícias Militares, apresentou, de acordo com o MJSP, resultados que indicam prejuízo superior a R$ 1,6 bilhão aos grupos criminosos, além da apreensão de 721 armas de fogo e toneladas de drogas.

Operação Peppaloso desarticula grupo criminoso

  • Por: Thanize Borges / Ascom PCBA
Operação Peppaloso desarticula grupo criminoso As diligências seguem em andamento para tentar localizar os outros envolvidos nas práticas criminosas. (Foto: Ascom / PCBA)

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (17), a Operação Peppaloso para cumprimento de mandados judiciais, fruto de investigações iniciadas no final de 2024, com o objetivo de combater o tráfico de drogas e a atuação de uma organização criminosa com atuação em diversos bairros em Jequié, culminando na prisão de cinco pessoas.  

Durante as investigações, foi possível identificar integrantes do grupo criminoso, sua estrutura organizacional, divisão de tarefas e dinâmica de atuação, elementos que subsidiaram a representação pelas medidas cautelares posteriormente deferidas pelo Poder Judiciário.

No curso das apurações, também ficou evidente que os investigados da organização ostentavam patrimônio incompatível com suas rendas declaradas, incluindo veículos de alto valor, adquiridos, em tese, com recursos oriundos da atividade ilícita, demonstrando o fortalecimento financeiro da organização por meio do narcotráfico.

Ao todo, durante a operação, foram executados mandados judiciais nos bairros do Jequiezinho, Amaralina, São Judas e Mandacaru, no município, culminando com o cumprimento de três mandados de prisão preventiva, uma prisão temporária, dois autos de prisão em flagrante, além da condução de uma mulher, de 28 anos, à unidade policial, por porte de drogas para consumo pessoal.

Durante as diligências para cumprimento dos mandados, também foram apreendidas porções de maconha, haxixe e comprimidos de ecstasy, balanças de precisão, dois automóveis de luxo, duas motocicletas e diversos aparelhos celulares. Estes ajudarão na continuidade das investigações.

Os investigados presos na operação foram conduzidos à unidade policial de Jequié, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça. Diligências seguem em andamento para tentar localizar os outros envolvidos nas práticas criminosas.

A operação aconteceu por meio da 11ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Jequié), unidade integrante do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), e contou com o apoio operacional da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié).

A ação integra ainda ciclo operacional da Operação NARKE VI, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI/SENASP), reforçando a atuação conjunta das forças de segurança no combate ao narcotráfico e às organizações criminosas.

Operação Máscara da Polícia Civil desarticula organização criminosa

  • Por: Thanize Borges / Ascom PCBA
Operação Máscara da Polícia Civil desarticula organização criminosa Sete mandados judiciais contra integrantes de organização criminosa foram cumpridos. (Foto: Ascom / PCBA)

Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Máscara para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra investigados por integrarem uma organização criminosa responsável por crimes contra instituições financeiras na cidade de Jequié. A operação resultou na prisão de cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens.

As investigações para identificação dos suspeitos e mapeamento do modo de atuação da organização tiveram início em janeiro de 2026, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), após o registro de uma notícia-crime que apontava prejuízo patrimonial de aproximadamente meio milhão de reais a uma instituição financeira. Somente nesta etapa da operação, foi possível identificar dez tentativas de abertura de contas e 32 contas efetivamente abertas de forma fraudulenta, das quais decorreram prejuízos para a instituição financeira.

Conforme apurado no inquérito policial, a organização utilizava imagens dos próprios integrantes em documentos falsificados emitidos em nome de terceiros. O grupo também utilizava indevidamente os limites de cartões de crédito das vítimas para transferências de valores, realizava contratações fraudulentas de empréstimos em prejuízo dos titulares legítimos e efetuava compras sem autorização dos proprietários dos cartões.

Dessa forma, obtinha vantagem ilícita por meio de um sofisticado esquema de falsificação documental e fraude financeira.

As apurações também demonstraram que os lucros ilícitos eram repartidos entre os líderes da organização, que ostentavam elevado padrão de vida, com imóveis, veículos e objetos de luxo.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar em diversos endereços da cidade, resultando na prisão preventiva de cinco investigados. Além disso, durante as diligências, foram apreendidos dois veículos, um jet ski, duas motocicletas e aparelhos celulares. Também foram realizados o bloqueio, o sequestro e o arresto de valores, bens e ativos financeiros acumulados ilicitamente pela organização criminosa.

Após as prisões, os investigados foram encaminhados à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça.

“As diligências de hoje integram a primeira fase da Operação Máscara, cujo objetivo foi desarticular o grupo responsável por crimes de estelionato, corrupção de menores, organização criminosa e lavagem de dinheiro no município. As investigações prosseguem com o intuito de identificar e prender outros envolvidos”, afirmou o coordenador da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), delegado Roberto Leal, responsável pela operação.

A operação foi realizada por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), e contou com o apoio de equipes da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Central) e das Delegacias Territoriais de Jequié, Ipiaú, Jaguaquara e Ibirataia.

Dois homens são presos durante a Operação Escudo Protetor

  • Por: Thanize Borges / Ascom-PCBA
Dois homens são presos durante a Operação Escudo Protetor A operação teve como objetivo localizar e prender autores de crimes sexuais, além de reforçar as ações de proteção às vítimas. (Foto: Ascom / PCBA)

Na manhã desta terça-feira (2), a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Escudo Protetor, com o objetivo de cumprir 16 ordens judiciais, sendo quatro de prisões preventivas e 12 decorrentes de sentenças condenatórias, decretadas no âmbito de investigações relacionadas a crimes de estupro de vulnerável, em Vitória da Conquista. Durante o curso das diligências operacionais, dois homens, de 31 e 69 anos, respectivamente, foram presos em decorrência de sentenças condenatórias pelo crime de estupro de vulnerável contra a mesma vítima, fato ocorrido em 2024, no município.

Durante a operação, também foram realizadas diligências em diferentes áreas da cidade para localização de outros investigados, mas eles não foram encontrados, sendo considerados foragidos. Após o cumprimento das ordens judiciais, os homens foram conduzidos e permanecem custodiados à disposição da Justiça.

Os mandados foram cumpridos por equipes do Núcleo da Criança e do Adolescente (NCA) da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Vitória da Conquista), com apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Sudoeste), da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM/Vitória da Conquista) e da Delegacia de Homicídios (DH).

Para a delegada titular do Núcleo da Criança e do Adolescente, Rosilene Correia, responsável pela operação, a ação faz parte de um esforço contínuo para responsabilizar os investigados e fortalecer a rede de proteção à infância e à adolescência.

“Seguimos atuando de forma permanente para localizar os foragidos e garantir a responsabilização de todos os envolvidos. Será solicitada à Secretaria da Segurança Pública (SSP/BA) a inclusão dos investigados no Baralho Lilás, e as diligências continuarão até o cumprimento integral das ordens judiciais”, afirmou.

Polícia Civil realiza segunda fase da Operação Coffee

  • Por: Thanize Borges / Ascom PCBA
Polícia Civil realiza segunda fase da Operação Coffee Com ele foram apreendidas em média 100 gramas de maconha tipo Skank, sendo este autuado por tráfico de drogas. (Foto: Ascom / PCBA)

Na manhã desta quinta-feira (21), a Polícia Civil realizou a segunda fase da Operação Coffee, com o objetivo de apurar a prática comercial de entorpecentes em um estabelecimento comercial localizado no bairro Candeias, em Vitória da Conquista. A ação culminou na prisão em flagrante de três homens e no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, além da apreensão de sete armas de fogo, 820 munições, um automóvel e uma motocicleta.

Durante as investigações que culminaram na execução da primeira fase da operação, ocorrida em janeiro deste ano, tendo o mesmo estabelecimento comercial como alvo, evidenciou-se que um grupo estaria utilizando a estrutura de eventos e da produção de uma “balada” muito frequentada na cidade, em sua maioria por jovens, para comercialização de drogas sintéticas.

No curso do cumprimento dos mandados, um homem, de 29 anos, suspeito de ser um dos fornecedores dos entorpecentes, foi preso em flagrante. Com ele foram apreendidas em média 100 gramas de maconha tipo Skank, sendo este autuado por tráfico de drogas.

Ainda no curso das diligências, outro homem, de 55 anos, foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, sendo encontrado em posse dele dois armamentos. As outras cinco armas apreendidas na operação estavam em posse do dono do estabelecimento comercial, um homem de 39 anos, que também foi preso em flagrante, autuado por porte ilegal de arma de fogo, após a análise pericial comprovar adulteração em um dos armamentos.

As diligências foram realizadas após trabalho investigativo da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Conquista) unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), com apoio da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Vitória da Conquista), da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin/Sudoeste), do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Sudoeste).

PMBA realiza revista no conjunto prisional

  • Por: Redação Sertão Hoje
PMBA realiza revista no conjunto prisional Foram apreendidas substâncias análogas à cocaína e maconha, cujo interno foi identificado e conduzido, pela Policia Penal, ao DISEP, para adoção das medidas legais cabíveis. (Foto: Instagram / @cipesudoestepmba)

Neste último sábado (25), por volta das 7h30 da manhã, um pelotão de choque da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE) Sudoeste realizou revista no Conjunto Prisional Advogado Nilton Gonçalves de Vitória da Conquista.

De acordo com a corporação, durante a operação, foram adotados os procedimentos de extração e custódia temporária dos internos, garantindo a segurança e o controle do ambiente.

Ainda conforme os policiais, no momento da inspeção, foram apreendidos substâncias análogas à cocaína e maconha, cujo interno foi identificado e conduzido, pela Policia Penal, ao DISEP, para adoção das medidas legais cabíveis. A ação foi conduzida de forma organizada e técnica, seguindo os protocolos operacionais da unidade, com o objetivo de manter a ordem e a disciplina no estabelecimento prisional. Fonte: Ascom / CIPE Sudoeste

Operação Artemis da FICCO Bahia alcança 75 criminosos na sua 3ª fase As capturas tiveram como foco indivíduos procurados pela prática de crimes graves, como homicídios, latrocínios, roubos majorados, tráfico de drogas e organização criminosa. (Foto: Divulgação/ Ascom SSP)

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia (FICCO/BA), em conjunto com forças estaduais e federais da Bahia e de outros estados da Federação, deflagrou mais uma fase da Operação Artemis, resultando na captura de 75 (setenta e cinco) criminosos de alta periculosidade. Trata-se de uma ação continuada, com o objetivo estratégico de localizar e capturar foragidos da Justiça envolvidos em crimes violentos, especialmente aqueles vinculados a facções criminosas com atuação no estado da Bahia.

As ações operacionais e de inteligência foram desenvolvidas entre os meses de fevereiro e abril de 2026 e resultaram do trabalho integrado de inteligência, análise de dados e diligências operacionais, coordenadas entre as forças policiais que compõem a FICCO/BA, com apoio de FICCOs de outros estados. Esse modelo de atuação conjunta permitiu elevar a eficiência das operações e ampliar o alcance das ações de captura.

As prisões ocorreram em diversos municípios baianos, entre eles Salvador, Feira de Santana, Jequié, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi, Itapetinga, Ipiaú, Cruz das Almas, Santo Amaro, Canavieiras, Sento Sé e Alagoinhas. Houve, ainda, ações bem-sucedidas em outros estados da Federação, com prisões realizadas em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Ceará e Tocantins, evidenciando a capilaridade e a articulação interestadual da operação.

Observa-se que integrantes de facções criminosas, especialmente lideranças com elevado grau de periculosidade, frequentemente se evadem para outros estados na tentativa de frustrar a atuação policial. Mesmo à distância, continuam a ordenar crimes violentos e a exercer controle sobre o tráfico de drogas e armas. Diante desse cenário, foram desencadeadas ações específicas voltadas à localização e captura desses indivíduos fora do território baiano.

Destacam-se, ainda, prisões internacionais de foragidos da Justiça baiana. Criminosos de alta periculosidade que acreditavam estar fora do alcance da persecução penal foram localizados em outros países por meio de ações integradas realizadas fora do Brasil, especialmente na Bolívia. Essas operações demonstram o alcance da cooperação policial internacional e a capacidade de articulação das forças que integram a FICCO/BA.

As capturas tiveram como foco indivíduos procurados pela prática de crimes graves, como homicídios, latrocínios, roubos majorados, tráfico de drogas e organização criminosa, reforçando o compromisso permanente das instituições de segurança pública com a retirada de circulação de criminosos violentos e com a redução dos índices de criminalidade.

Cada mandado de prisão cumprido representa o resultado de uma investigação qualificada, devidamente instruída com elementos probatórios suficientes para o convencimento do Poder Judiciário e a consequente decretação da privação da liberdade do investigado, prevenindo a reiteração criminosa. A integração das forças policiais em ações operacionais, de inteligência e investigativas revela-se indispensável para a efetividade do enfrentamento ao crime violento e organizado.

A FICCO Bahia é atualmente composta pela Polícia Federal, Polícia Militar da Bahia, Polícia Civil da Bahia, Polícia Penal da Bahia, Secretaria Nacional de Políticas Penais e pela Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia, constituindo um modelo exitoso de cooperação interinstitucional no combate ao crime organizado.

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