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Município recebe motoniveladora para reforçar manutenção de estradas vicinais O equipamento deverá contribuir para a melhoria da infraestrutura rural e das condições de mobilidade nas comunidades do campo. (Foto: Ascom / Pref. de Brumado)

O município de Brumado recebeu, nesta quarta-feira (17), uma motoniveladora destinada ao fortalecimento dos serviços de manutenção e recuperação das estradas vicinais. O equipamento deverá contribuir para a melhoria da infraestrutura rural e das condições de mobilidade nas comunidades do campo.

Segundo a gestão municipal, a entrega do equipamento ocorreu por meio de uma ação articulada entre o Governo da Bahia, por intermédio da Secretaria de Agricultura do Estado, e representantes políticos que atuaram na viabilização do investimento. Com investimento superior a R$ 700 mil, a aquisição amplia a capacidade operacional do município na execução de serviços voltados à conservação da malha viária rural.

De acordo com a administração municipal, a motoniveladora será utilizada em atividades de manutenção e recuperação de estradas vicinais, consideradas importantes para o transporte escolar, o deslocamento de moradores e o escoamento da produção agrícola. Fonte: Pref. de Brumado

Agricultura Familiar amplia mercados e fortalece sua presença na Bahia Farm Show 2026 Durante a feira, os empreendimentos também comercializaram em venda direta mais de R$ 150 mil em produtos, resultado que se soma aos inúmeros contatos comerciais. (Foto: André Frutuôso / CAR)

A Agricultura Familiar da Bahia encerrou sua participação na 20ª edição da Bahia Farm Show consolidando sua presença em um dos mais importantes eventos do agronegócio brasileiro. Entre os dias 9 e 14 de junho, cerca de 200 empreendimentos representados no espaço da Agricultura Familiar apresentaram ao público a diversidade, a qualidade e a capacidade de inovação da produção baiana, fortalecendo marcas, ampliando oportunidades de negócios e conquistando novos mercados.

Durante a feira, os empreendimentos também comercializaram em venda direta mais de R$ 150 mil em produtos, resultado que se soma aos inúmeros contatos comerciais, parcerias e oportunidades de mercado gerados ao longo do evento.

A participação na Bahia Farm Show integra as políticas públicas do Governo da Bahia voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar, por meio de ações da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

Para a secretária da SDR, Elisabete Costa, a presença da agricultura familiar na feira demonstra a capacidade do segmento de ocupar espaços estratégicos de comercialização e promoção institucional. “A Bahia Farm Show é uma vitrine estratégica para mostrar ao Brasil a força da agricultura familiar baiana. Mais do que comercializar produtos, estamos apresentando um modelo de desenvolvimento que gera renda, promove inclusão produtiva, agrega valor à produção e fortalece a permanência das famílias no campo. Os resultados alcançados nesta edição comprovam que os investimentos realizados pelo Governo do Estado estão ampliando oportunidades e consolidando a agricultura familiar como um dos pilares do desenvolvimento econômico e social da Bahia”, afirmou.

Mais visibilidade

Além das vendas realizadas durante o evento, a participação na maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste proporcionou visibilidade, fortalecimento de marcas e oportunidades de ampliação de mercado para cooperativas, associações e agroindústrias familiares de diferentes territórios baianos.

“Este já é o quinto ano que participamos da feira e percebemos que nossos produtos têm uma ótima aceitação por parte do público. Estar em uma feira tão grande e importante é uma oportunidade valiosa para divulgar nosso trabalho, ampliar mercados e dar visibilidade tanto aos nossos produtos quanto à nossa região”, afirmou Maria Aparecida Araújo, agente de negócios da Associação Comunitária de Pequenos Produtores Rurais de Araci.

Nesta edição, a associação levou uma variedade de produtos artesanais, entre eles doces de umbu, maracujá-do-mato e leite com goiaba, além de paçoca de gergelim e geleias de acerola, hibisco e umbu.

Quem também comemorou os resultados foi Tina Alves, da Tina Delícias Caseiras, de Jaborandi. Segundo ela, o principal ganho da participação foi a oportunidade de apresentar seus produtos a novos consumidores e mercados. “A feira oferece grande visibilidade para os nossos produtos e abre portas para novos mercados. Tivemos clientes comprando produtos para levar para outros estados. Uma pessoa adquiriu biscoitos de castanha de pequi para levar ao Paraná, enquanto outra comprou produtos derivados do buriti para Goiás”, destacou.

Tina também ressaltou a grande procura pelos produtos durante o evento. “Foi uma ótima surpresa ver o nosso sequilho de beterraba esgotado já nos primeiros dias da feira”, pontuou.

Entre os visitantes, a estudante de Engenharia de Alimentos Débora Escobar, de Barreiras, destacou a qualidade dos produtos expostos no espaço da Agricultura Familiar. “Tive interesse em visitar a feira para conhecer os estandes e fiquei muito satisfeita ao perceber o cuidado na produção dos alimentos. Além disso, pude comprovar a excelente qualidade e o sabor dos produtos apresentados”, afirmou.

A participação da Agricultura Familiar na Bahia Farm Show reforça o papel estratégico do segmento na geração de renda, na valorização dos territórios rurais e na promoção de produtos que expressam a riqueza cultural, produtiva e gastronômica da Bahia. Mais do que um espaço de comercialização, a feira se consolida como uma importante vitrine para aproximar agricultores familiares de consumidores, parceiros comerciais e novos mercados.

Seagri lidera reunião estratégica para mapear linhas de crédito rural na Bahia Só o Banco do Nordeste contratou 6,7 bilhões no estado em 2025. O volume gerou ou manteve, segundo o banco, 87,3 mil empregos. (Foto: Tiago Dantas / Seagri)

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) iniciou, em parceria com instituições financeiras e órgãos estaduais, um monitoramento contínuo das operações de crédito rural para identificar tendências e antecipar novos projetos no setor agropecuário baiano. A iniciativa foi discutida em reunião realizada nesta quarta-feira (20), no Centro Administrativo da Bahia, com previsão de encontros mensais e participação de representantes dos bancos do Brasil, Nordeste e Sicoob, além de órgãos como Inema, Bahiater e SEI.

O secretário da Agricultura da Bahia, Vivaldo Góis, disse que o objetivo da iniciativa é destravar o acesso ao crédito, tanto para a agricultura familiar quanto para o agronegócio. "A Secretaria da Agricultura quer atuar como ponte entre produtores, bancos e órgãos públicos, mantendo diálogo permanente para construir soluções conjuntas", afirmou Góis.

O Plano ABC também entrou em discussão. A política federal financia práticas de baixo carbono no campo e a SEAGRI pediu aos bancos um recorte dos indicadores referentes à Bahia para qualificar a base de dados do estado sobre o tema.

Na avaliação de Jorgete Oliveira, chefe de gabinete da SeagriI, o apoio dos bancos é determinante para avançar nessa frente. "Os indicadores do Plano ABC têm características próprias e exigem uma análise diferenciada. Precisamos de um recorte específico da Bahia para alimentar nossa base de dados e fazer um planejamento mais alinhado à realidade do estado", disse.

O Inema, que vem aperfeiçoando sua integração de dados ambientais, trouxe ao debate a necessidade de avançar nos mecanismos de análise no crédito rural. O objetivo é garantir que produtores regulares não sejam prejudicados no acesso ao financiamento. Para isso, a proposta é integrar melhor os dados dos órgãos ambientais com os dos agentes financeiros. Segundo o instituto, a pauta precisa avançar de forma articulada entre os estados.

O crédito que move o campo

Os números apresentados no encontro mostram a dimensão do crédito rural na Bahia. De julho de 2025 a abril de 2026, produtores baianos acessaram 11,4 bilhões em financiamentos rurais, segundo levantamento da SEI.

Na agricultura familiar, o Pronaf alcançou 200 mil contratos ativos em 406 municípios, com mais de R$ 3,3 bilhões mobilizados — quase metade dos recursos, cerca de 48%, para cidades de até 20 mil habitantes. Nessas localidades, o crédito público é muitas vezes a única forma de financiar a produção. Só o Banco do Nordeste contratou 6,7 bilhões no estado em 2025. O volume gerou ou manteve, segundo o banco, 87,3 mil empregos.

Feiras agropecuárias impulsionam economia do interior da Bahia neste fim de semana Com cinco dias de atividades, a Expo Guanambi reúne exposições de animais, leilões, capacitações, rodadas de negócios, entretenimento e shows musicais. (Foto: Rebeca Falcão / Seagri)

A cidade de Guanambi sedia, até o próximo domingo (17), a Expo Guanambi 2026, evento que reúne produtores, empresários, instituições e público em geral para apresentar o potencial da agropecuária no sudoeste baiano. A programação acontece no Parque de Exposições ExpoCenter e inclui também a V Feira de Negócios, consolidando o município como um dos principais polos do agronegócio no interior da Bahia.

A abertura oficial foi realizada na quarta-feira (13) e contou com a presença do secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), Vivaldo Góis, que destacou a relevância econômica da região para o desenvolvimento do setor agropecuário no estado.

Guanambi possui uma produção agropecuária diversificada e de grande importância para a Bahia, com destaque para a bovinocultura e a avicultura. A Expo Guanambi fortalece esse setor ao ampliar a visibilidade da produção regional, estimular negócios e aproximar produtores, empresas e instituições”, afirmou o secretário.

Durante a programação, o Governo do Estado também realizou entregas e anúncios para o município e região, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues. Entre as ações estão o convênio voltado ao fortalecimento da cadeia produtiva do leite nos 19 municípios do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Alto Sertão, além da entrega de 30 leitos reformados no Hospital Geral de Guanambi (HGG). Também foram autorizadas novas intervenções nas áreas de saúde, abastecimento de água, mobilidade urbana e inclusão digital.

Com cinco dias de atividades, a Expo Guanambi reúne exposições de animais, leilões, capacitações, rodadas de negócios, entretenimento e shows musicais. A expectativa da organização é receber cerca de 200 mil visitantes, reunir mais de 2 mil animais e aproximadamente 200 expositores, além de gerar cerca de 2 mil empregos diretos e indiretos e movimentar R$ 50 milhões em negócios.

Demais feiras

Além da Expo Guanambi, mais duas feiras movimentam a Bahia neste fim de semana. Iniciada na quinta-feira (14), a 13ª Feirafes - Feira da Agricultura Familiar, Economia Solidária e Reforma Agrária do Semiárido da Bahia segue até domingo (17), na Praça da Jazida, em Valente.

O local reúne a produção em caprinovinocultura, alimentos beneficiados, culinária regional, artesanato e outras iniciativas produtivas de agricultores e agricultoras familiares dos 20 municípios do Território do Sisal. O público também pode conferir exposição de animais, torneio leiteiro, cavalgada e shows.

Organizada pelo Sindicato Rural de Itapetinga, a 54ª Exposição Agropecuária de Itapetinga movimenta a região até o próximo dia 24, no Parque de Exposições Juvino Oliveira. Dentre as atrações estão competições como Mangalarga Brasileira 2026 e Ranch Sorting, além de rodeio, palestras, leilões e atrações culturais para todas as idades. A expectativa é de que o evento receba 50 mil visitantes e movimente mais de R$100 milhões em negócios.

As feiras fazem parte do Calendário de Feiras e Exposições Agropecuárias da Bahia em 2026, divulgado pela Secretaria da Agricultura através do site da Seagri.

Dia Mundial do Café: Chapada Diamantina, Barra do Choça e Barra da Estiva reforça liderança do Nordeste Ainda segundo o Instituto, o café gerou o 4° maior valor da agricultura baiana, com R$4,023 bilhões (8,5% do valor agrícola do estado). (Foto: Divulgação/ Ascom Seagri)

Nesta terça-feira (14), Dia Mundial do Café, o Brasil celebra um dos produtos mais consumidos e que faz parte da identidade cultural do país. E a Bahia deverá seguir como um dos principais produtores brasileiros do fruto em 2026, sendo líder no Nordeste e ocupando a quarta posição no ranking nacional, com 227,9 mil toneladas a serem colhidas. O montante corresponde a 5,9% da produção do país, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE.

Ainda segundo o Instituto, o café gerou o 4° maior valor da agricultura baiana, com R$4,023 bilhões (8,5% do valor agrícola do estado). "As condições favoráveis de clima e solo, aliadas ao trabalho de qualidade e inovação realizado pelos produtores, têm resultado em um café de excelência na Bahia, reconhecido no Brasil e no mundo. A Seagri seguirá atuando para apoiar a cadeia produtiva através de políticas públicas para estimular ainda mais a produção", declara o titular da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), Vivaldo Góis.

Desde 2016, o café canephora ou conilon, originário da África Ocidental e que possui como algumas das características a facilidade na produção e maior resistência a pragas e doenças, tem sido predominante na Bahia e deve representar, este ano, seis de cada dez toneladas do montante a ser colhido (133.055 toneladas). O café arábica, mais refinado e variado em acidez, corpo e sabor, tem estimativa de produção de 94,8 mil toneladas, ou seja, 41,6% do total.

As regiões do Extremo Sul, Sudoeste e Chapada Diamantina concentram a maior parte dos 130 municípios que produzem café na Bahia. Com 26,1 mil toneladas, Itamaraju ocupa o primeiro lugar na produção baiana, seguido de Prado, com 22,7 mil toneladas; Barra da Estiva, com 15,6 mil toneladas; Porto Seguro, com 15 mil toneladas; e Barra do Choça, com 14,9 mil toneladas.

Expansão e qualidade

De acordo com o diretor de Desenvolvimento da Agricultura da Seagri, Assis Pinheiro Filho, a área de planalto na região de Vitória da Conquista é tradicional no café arábica, com forte presença da agricultura familiar. "É uma localidade que se destaca pela resiliência e agora pela busca crescente por certificações de sustentabilidade e através do cooperativismo a agregação de valor", pontua. Já o Extremo Sul é considerado o “pulmão" do café conilon na Bahia devido ao clima quente e úmido, perfeito para a variedade, que tem tido demanda crescente pela indústria de solúveis e blends.

O Oeste baiano também vem se consolidando como um polo emergente na produção de café. A região conquistou, junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o selo de Indicação Geográfica (IG) de Procedência para o café arábica, reconhecimento que atesta a qualidade e a origem do produto.

Fatores naturais e tecnológicos explicam esse desempenho: áreas com altitude média de 700 metros, elevada luminosidade, baixa amplitude térmica e solos profundos e variados criam condições ideais para o cultivo. Somam-se a isso os altos níveis de produtividade, impulsionados por sistemas de irrigação e mecanização, voltados à produção em escala e à padronização exigida pelo mercado internacional.

Outra região que também possui o selo IG, na categoria Denominação de Origem, é a Chapada Diamantina. Contribuem para a qualidade do café da localidade características como altitude elevada que alcança 1.300 metros, baixa temperatura e orientação da encosta onde os cafezais são cultivados, combinados com práticas pós-colheita tradicionais. O resultado é um produto com notas sensoriais exclusivas, como acidez cítrica, corpo encorpado e um retrogosto prolongado, que tem despertado a atenção de paladares pelo mundo.

A Bahia ainda possui potencial para expandir o plantio de café para outras regiões. Os estudos de zoneamento (Zarc) no Vale do São Francisco, famoso pelas frutas, mostram potencial para a produção de café conilon irrigado, aproveitando a infraestrutura já existente de canais.

O Baixo Sul e o Recôncavo, com história na produção de cacau, guaraná e borracha, também são áreas favoráveis para o fruto. "Através do plantio do café conilon, os produtores podem diversificar as culturas, incrementar a agrofloresta e mitigar os riscos climáticos e econômicos, aproveitando também a logística portuária", completa Pinheiro Filho.

Políticas públicas

O Governo do Estado, por meio da Seagri, vem atuando na articulação da cadeia produtiva do café em parceria com as câmaras setoriais. As ações envolvem a consolidação de uma rede voltada para a produção de grãos de alto padrão, com investimentos em modernização do sistema produtivo, assistência técnica, infraestrutura de comercialização e fortalecimento das cooperativas. A pasta também coordena o Fórum Baiano de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas, responsável pelo processo que já rendeu oito Indicações Geográficas (IGs) a produções na Bahia.

Seagri leva suporte técnico ao 9º Encontro dos Produtores Rurais A programação do encontro inclui palestras e minicursos voltados para os cultivos de café, citrus, piscicultura, fruticultura e frutas vermelhas, refletindo a diversidade produtiva da Chapada Diamantina. (Foto: Ilustração: Ascom/Seagri)

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) participará do 9º Encontro dos Produtores Rurais de Barra da Estiva, que será realizado entre os dias 16 e 18 de abril, com apoio do Governo do Estado. A iniciativa integra o projeto de revitalização das Câmaras Setoriais da Agropecuária Baiana, levando suporte técnico às cadeias produtivas diretamente às regiões onde a produção acontece.

De acordo com o secretário estadual da Agricultura, Vivaldo Góis, a presença da Seagri no evento tem como objetivo organizar as demandas do setor produtivo e fortalecer a articulação entre governo, produtores rurais e instituições. “Essa ação faz parte de um esforço mais amplo de revitalização das câmaras setoriais, resultado de convênio firmado com a Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), voltado à reestruturação e implantação desses espaços de diálogo”, destacou.

A programação do encontro inclui palestras e minicursos voltados para os cultivos de café, citrus, piscicultura, fruticultura e frutas vermelhas, refletindo a diversidade produtiva da Chapada Diamantina. O evento reúne produtores rurais, técnicos, empreendedores e a comunidade local em torno de um objetivo comum: fortalecer a agricultura regional.

Durante o encontro, a equipe da Seagri atuará diretamente nas atividades técnicas, representando as câmaras setoriais, interagindo com produtores e especialistas, além de registrar demandas e contribuir para a construção participativa de soluções que ampliem a competitividade e a sustentabilidade das atividades no campo.

Entre os temas em destaque está o incentivo à meliponicultura — criação de abelhas sem ferrão —, prática com grande potencial para fortalecer a polinização na fruticultura local, elevar a produtividade e gerar mais renda para os agricultores da região.

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