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SCFV realiza momento de conscientização sobre o agosto lilás

  • Por: Redação Sertão Hoje
SCFV realiza momento de conscientização sobre o agosto lilás A atividade teve como objetivo estimular a convivência, a socialização e a adoção de hábitos relacionados ao bem-estar. (Foto: Ascom / Pref. de Pindaí)

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e do CRAS do município de Pindaí, realizou uma programação com participantes do serviço, reunindo atividades físicas, momentos de integração e ações de conscientização sobre o Agosto Lilás.

Na sede do município, os grupos participaram de uma manhã de aeróbica, com a presença de integrantes da sede e de comunidades da zona rural. A atividade teve como objetivo estimular a convivência, a socialização e a adoção de hábitos relacionados ao bem-estar. De acordo com a gestão, a programação também foi realizada no distrito de Guirapá, onde os participantes participaram de atividades de interação e movimento.

A campanha nacional busca ampliar a conscientização sobre a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher. Os participantes foram convidados a refletir sobre a importância do respeito, da prevenção e da participação da sociedade no combate às diferentes formas de violência.

Segundo a administração, as ações fazem parte das atividades desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Assistência Social com foco no fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, na promoção da cidadania e na disseminação de informações relacionadas a direitos e proteção social. Fonte; Pref. de Pindaí

Oficinas durante Caravana Bahia Sem Fogo sensibilizam moradores As discussões também contaram com a participação de bombeiros militares, brigadistas e integrantes da equipe da Caravana. (Foto: Yandra Barros / Ascom Sema|Inema)

A sensibilização de jovens e adultos para a prevenção aos incêndios florestais e o fortalecimento da educação ambiental marcaram as oficinas realizadas neste sábado (16), no Centro de Integração da Assistência Social Noélia Maria de Oliveira Souza e na Associação de Moradores de Salobrinho, em Andaraí, durante a passagem da Caravana Bahia Sem Fogo (BSF) pela Chapada Diamantina.

Pela manhã, cerca de 30 adolescentes, com idades entre 12 e 16 anos, do Núcleo de Cidadania de Adolescentes (Nuca) de Andaraí, participaram de uma atividade voltada à reflexão sobre a relação entre sociedade, território e o uso do fogo, a partir de uma metodologia baseada no diálogo e na construção coletiva.

As discussões também contaram com a participação de bombeiros militares, brigadistas e integrantes da equipe da Caravana. Segundo Tamires Brito, da Coordenação de Gestão da Biodiversidade (CGBio) do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), a proposta busca estimular a participação e aproximar os jovens do tema por meio de uma metodologia mais dinâmica.

“Quando chegamos com uma conversa mais formal, muitos ficam tímidos e retraídos. Por isso, buscamos uma metodologia inspirada no Café Mundial, com grupos menores e apoio dos técnicos da caravana, criando um espaço mais confortável para que eles possam falar, refletir e compartilhar suas experiências sobre o uso do fogo”, explicou.

Também integrante da CGBio do Inema, Lais Ramos destacou que a dinâmica fortalece o diálogo e amplia a troca entre participantes e instituições envolvidas na ação. “Nos grupos menores, conseguimos construir uma aproximação maior e compreender a realidade de cada território. É uma troca em que as pessoas compartilham vivências, experiências e alternativas que já utilizam no cotidiano”, afirmou.

Tamires acrescentou que o compartilhamento de experiências entre os próprios participantes também contribui para ampliar a compreensão sobre práticas alternativas ao uso do fogo. “Muitas vezes, eles já utilizam uma prática alternativa, mas não reconhecem dessa forma. Quando escutam alguém do próprio território falando sobre isso, percebem que pode funcionar e que essas experiências podem ser replicadas”, completou.

Divididos em três grupos, os estudantes participaram de uma dinâmica voltada à troca de experiências e à construção coletiva de soluções relacionadas à realidade local. A partir de questões como “Em que situações o fogo é utilizado na comunidade e por quê?” e “Quais alternativas ao uso do fogo podem funcionar aqui?”, os jovens compartilharam vivências e percepções sobre a presença desse recurso no cotidiano. Em cartazes, registraram palavras e expressões ligadas ao uso do fogo em atividades como a agricultura e práticas tradicionais relacionadas à construção, reconhecendo sua importância histórica e refletindo sobre a necessidade de conhecimento e uso responsável.

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