O Sertão Hoje é o site oficial do Jornal Tribuna do Sertão, editado pela BASE COMUNICAÇÃO E MARKETING LTDA, com sede na Rua Valdomiro Alves Luz, 33, Bairro Nobre, Brumado, Bahia, CEP 46100-000, CNPJ 08.709.120/0001-74.

Contatos

Endereço

Rua Valdomiro Alves Luz, 33, Bairro Nobre - Brumado/BA - CEP: 46117-040

Whatsapp

(77) 99962-8581
Representantes de Brumado participaram de evento internacional sobre desenvolvimento sustentável O encontro destacou a importância da cooperação entre municípios e instituições para o fortalecimento de estratégias que promovam desenvolvimento sustentável, inclusão social e melhoria da qualidade de vida da população. (Foto: Ascom / Pref. de Brumado)

O 1º Encontro Internacional Conquista ODS foi realizado nos dias 9 e 10 de abril de 2026, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista. O evento reuniu representantes de 39 municípios da Rede ODS Bahia-Minas, além de especialistas nacionais e internacionais e integrantes da sociedade civil.

Com o tema “Governança, Cooperação e Implementação da Agenda 2030”, a programação incluiu debates voltados à formulação e ao fortalecimento de políticas públicas sustentáveis e integradas.

O município de Brumado participou do encontro com representantes de diferentes secretarias municipais, incluindo Planejamento, Administração, Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Cidadania, além do Gabinete. A presença teve como objetivo acompanhar discussões relacionadas à implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no âmbito local.

A iniciativa foi promovida pela Prefeitura de Vitória da Conquista, em parceria com instituições nacionais e internacionais, como a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a União Europeia e o Instituto Cidades Sustentáveis. O evento contou ainda com a participação de organismos e entidades como ONU-Habitat Brasil, CEPAL/ONU, Pacto Global da ONU – Rede Brasil, Universidad Nacional de Córdoba (Argentina), IBGE, CAIXA, entre outros.

A Rede de Municípios ODS Bahia-Minas, responsável por articular a participação das cidades, é uma iniciativa de cooperação territorial liderada pela Prefeitura de Vitória da Conquista. O objetivo é promover a integração dos ODS da Agenda 2030 às políticas públicas locais, por meio da cooperação entre municípios do sudoeste da Bahia e do norte de Minas Gerais.

Durante o encontro, foi destacada a importância da cooperação intermunicipal e institucional para o desenvolvimento de estratégias voltadas à sustentabilidade, à inclusão social e à melhoria das condições de vida da população. Fonte: Pref. de Brumado

Dia Mundial do Café: Chapada Diamantina, Barra do Choça e Barra da Estiva reforça liderança do Nordeste Ainda segundo o Instituto, o café gerou o 4° maior valor da agricultura baiana, com R$4,023 bilhões (8,5% do valor agrícola do estado). (Foto: Divulgação/ Ascom Seagri)

Nesta terça-feira (14), Dia Mundial do Café, o Brasil celebra um dos produtos mais consumidos e que faz parte da identidade cultural do país. E a Bahia deverá seguir como um dos principais produtores brasileiros do fruto em 2026, sendo líder no Nordeste e ocupando a quarta posição no ranking nacional, com 227,9 mil toneladas a serem colhidas. O montante corresponde a 5,9% da produção do país, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE.

Ainda segundo o Instituto, o café gerou o 4° maior valor da agricultura baiana, com R$4,023 bilhões (8,5% do valor agrícola do estado). "As condições favoráveis de clima e solo, aliadas ao trabalho de qualidade e inovação realizado pelos produtores, têm resultado em um café de excelência na Bahia, reconhecido no Brasil e no mundo. A Seagri seguirá atuando para apoiar a cadeia produtiva através de políticas públicas para estimular ainda mais a produção", declara o titular da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), Vivaldo Góis.

Desde 2016, o café canephora ou conilon, originário da África Ocidental e que possui como algumas das características a facilidade na produção e maior resistência a pragas e doenças, tem sido predominante na Bahia e deve representar, este ano, seis de cada dez toneladas do montante a ser colhido (133.055 toneladas). O café arábica, mais refinado e variado em acidez, corpo e sabor, tem estimativa de produção de 94,8 mil toneladas, ou seja, 41,6% do total.

As regiões do Extremo Sul, Sudoeste e Chapada Diamantina concentram a maior parte dos 130 municípios que produzem café na Bahia. Com 26,1 mil toneladas, Itamaraju ocupa o primeiro lugar na produção baiana, seguido de Prado, com 22,7 mil toneladas; Barra da Estiva, com 15,6 mil toneladas; Porto Seguro, com 15 mil toneladas; e Barra do Choça, com 14,9 mil toneladas.

Expansão e qualidade

De acordo com o diretor de Desenvolvimento da Agricultura da Seagri, Assis Pinheiro Filho, a área de planalto na região de Vitória da Conquista é tradicional no café arábica, com forte presença da agricultura familiar. "É uma localidade que se destaca pela resiliência e agora pela busca crescente por certificações de sustentabilidade e através do cooperativismo a agregação de valor", pontua. Já o Extremo Sul é considerado o “pulmão" do café conilon na Bahia devido ao clima quente e úmido, perfeito para a variedade, que tem tido demanda crescente pela indústria de solúveis e blends.

O Oeste baiano também vem se consolidando como um polo emergente na produção de café. A região conquistou, junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o selo de Indicação Geográfica (IG) de Procedência para o café arábica, reconhecimento que atesta a qualidade e a origem do produto.

Fatores naturais e tecnológicos explicam esse desempenho: áreas com altitude média de 700 metros, elevada luminosidade, baixa amplitude térmica e solos profundos e variados criam condições ideais para o cultivo. Somam-se a isso os altos níveis de produtividade, impulsionados por sistemas de irrigação e mecanização, voltados à produção em escala e à padronização exigida pelo mercado internacional.

Outra região que também possui o selo IG, na categoria Denominação de Origem, é a Chapada Diamantina. Contribuem para a qualidade do café da localidade características como altitude elevada que alcança 1.300 metros, baixa temperatura e orientação da encosta onde os cafezais são cultivados, combinados com práticas pós-colheita tradicionais. O resultado é um produto com notas sensoriais exclusivas, como acidez cítrica, corpo encorpado e um retrogosto prolongado, que tem despertado a atenção de paladares pelo mundo.

A Bahia ainda possui potencial para expandir o plantio de café para outras regiões. Os estudos de zoneamento (Zarc) no Vale do São Francisco, famoso pelas frutas, mostram potencial para a produção de café conilon irrigado, aproveitando a infraestrutura já existente de canais.

O Baixo Sul e o Recôncavo, com história na produção de cacau, guaraná e borracha, também são áreas favoráveis para o fruto. "Através do plantio do café conilon, os produtores podem diversificar as culturas, incrementar a agrofloresta e mitigar os riscos climáticos e econômicos, aproveitando também a logística portuária", completa Pinheiro Filho.

Políticas públicas

O Governo do Estado, por meio da Seagri, vem atuando na articulação da cadeia produtiva do café em parceria com as câmaras setoriais. As ações envolvem a consolidação de uma rede voltada para a produção de grãos de alto padrão, com investimentos em modernização do sistema produtivo, assistência técnica, infraestrutura de comercialização e fortalecimento das cooperativas. A pasta também coordena o Fórum Baiano de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas, responsável pelo processo que já rendeu oito Indicações Geográficas (IGs) a produções na Bahia.

Com presença de Jerônimo Rodrigues, Fieb oficializa nova diretoria até 2030 A cerimônia conjunta formalizou ainda a nova diretoria do Centro das Indústrias do Estado da Bahia (Cieb), presidida também por Carlos Henrique Passos, reforçando a atuação integrada do setor no estado. (Foto: Wuiga Rubini/GOVBA)

A nova diretoria da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) tomou posse nesta quinta-feira (9), em Salvador, para o mandato do quadriênio 2026-2030, com Carlos Henrique de Oliveira Passos mantido na presidência. A cerimônia conjunta formalizou ainda a nova diretoria do Centro das Indústrias do Estado da Bahia (Cieb), presidida também por Carlos Henrique Passos, reforçando a atuação integrada do setor no estado.

O governador Jerônimo Rodrigues participou da solenidade e destacou a importância da indústria para o desenvolvimento da Bahia, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com a nova gestão da Federação. "Essa posse aqui significa um reconhecimento da Fieb, com o prestígio e o tamanho que essa instituição tem. Portanto, eu quero continuar nutrindo essa relação estratégica. Avançamos bastante nos últimos 10, 15, 20 anos na indústria baiana. Mas ainda temos um desafio muito grande pela frente", discursou.

A nova gestão tem como foco a competitividade e a sustentabilidade da indústria baiana. "São novos desafios, novos tempos, e a cada dia surge uma nova demanda. Mas, certamente, contamos com uma equipe preparada, um conselho comprometido, e com isso vamos fazer o melhor possível, sempre buscando entregar mais e melhor", disse Passos.

Bahia lança programa de transição energética e apresenta potencial em bioenergia no iBEM Durante a agenda, o governador destacou a importância da regulamentação para fortalecer o ambiente de negócios e atrair novos investimentos. (Foto: Joá Souza/GOVBA)

A Bahia deu mais um passo na consolidação de sua agenda de transição energética ao apresentar, nesta quarta-feira (25), os avanços e o potencial do estado na área de bioenergia, durante o International Brazil Energy Meeting (iBEM), realizado no Centro de Convenções de Salvador. Durante o evento, o governador Jerônimo Rodrigues participou do lançamento do Atlas Bioenergia Bahia e assinou o decreto nº 14.880/2025, que institui o Programa Estadual de Transição Energética do Estado (PROTENER).

Realizado de terça-feira (24) a quinta-feira (26 ), o iBEM reúne especialistas, gestores públicos e investidores para discutir soluções voltadas a uma matriz energética mais sustentável. Ao sediar o encontro, a Bahia amplia sua inserção no debate internacional e consolida sua posição de liderança nacional na geração de energia eólica e solar.

Durante a agenda, o governador destacou a importância da regulamentação para fortalecer o ambiente de negócios e atrair novos investimentos. “Estamos estabelecendo regras claras para a produção de energia e consolidando a Bahia como referência em uma matriz diversificada, que inclui fontes eólica, solar e de biomassa”, afirmou.

O momento é favorável para o avanço das energias renováveis no país. Dados do Balanço Energético Nacional (BEN) 2025 indicam que as fontes eólica e solar já respondem por 23,7% da geração de eletricidade no Brasil. O número evidencia o crescimento consistente dessas matrizes na composição energética nacional.

Na avaliação do secretário de Infraestrutura do Estado, Saulo Pontes, o lançamento do Atlas representa um marco estratégico. “A Bahia dá um grande passo ao estruturar informações que permitem direcionar investimentos com mais precisão e abrir novas fronteiras na produção de energia limpa”, destacou.

A relevância da participação baiana no iBEM também se evidencia com a apresentação do Atlas Bioenergia, iniciativa que mapeia o potencial de geração de energia a partir da biomassa em diferentes regiões do estado. Desenvolvido em parceria com instituições de pesquisa, o estudo vai orientar políticas públicas e impulsionar investimentos em biogás e biometano.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Angelo Almeida, o avanço posiciona a Bahia de forma competitiva no cenário nacional e internacional. “Estamos nos antecipando às demandas do futuro ao investir em conhecimento e planejamento. Isso nos permite atrair empreendimentos, gerar renda e promover um desenvolvimento econômico sustentável para a população baiana”, afirmou.

O Atlas identifica regiões com maior vocação para a produção de biomassa, como o Oeste baiano, impulsionado pela atividade agrícola, e o Extremo Sul, com potencial associado à indústria de celulose. O estudo também incorpora novas culturas, como a macaúba e o agave, ampliando as possibilidades de diversificação da matriz energética. “Com o Atlas, passamos a contar com um mapeamento detalhado do potencial energético por território, o que traz mais segurança para investidores e contribui para o desenvolvimento do estado”, concluiu Jerônimo Rodrigues.

Com Novos Equipamentos, Caculé Terá Coleta de Lixo Mais Eficiente e Organizada

  • Por: Josivan Vieira/Pref. de Caculé
Com Novos Equipamentos, Caculé Terá Coleta de Lixo Mais Eficiente e Organizada Com a chegada dos novos equipamentos, a Prefeitura amplia a capacidade de atendimento das demandas urbanas, garantindo mais eficiência na limpeza pública. (Foto: Rafael Costa/Ascom-PMC)

A Prefeitura de Caculé, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), realizou a aquisição de novas lixeiras e containers, com o objetivo de fortalecer as ações de limpeza urbana e aprimorar a gestão dos resíduos sólidos no município.

O investimento total foi de R$ 76.240,00 e representa um avanço importante na estrutura de coleta e organização dos resíduos, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida da população.

Com a chegada dos novos equipamentos, a Prefeitura amplia a capacidade de atendimento das demandas urbanas, garantindo mais eficiência na limpeza pública e incentivando práticas mais conscientes por parte da comunidade.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a sustentabilidade, a preservação ambiental e o cuidado contínuo com a cidade, promovendo um ambiente mais limpo, organizado e saudável para todos.

Dia da Agricultura: Bahia celebra com crescimento e recordes no campo A proposta é promover uma agricultura de baixo carbono, mais resiliente e sustentável, por meio da adoção de tecnologias inovadoras. (Foto: Divulgação/Ascom Seagri)

Celebrado como uma das bases do desenvolvimento econômico e social do país, o Dia da Agricultura destaca, na Bahia, um cenário de crescimento, inovação e sustentabilidade no campo. O estado tem se consolidado como uma das principais potências agrícolas do Brasil, com resultados expressivos e perspectivas ainda mais positivas para os próximos anos.

Após registrar recordes históricos na produção de grãos, como soja e algodão, além de ocupar posições de liderança nacional e regional na produção de itens como guaraná e laranja, a agricultura baiana segue em trajetória de expansão. De acordo com projeções do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do IBGE, o setor deve manter o ritmo de crescimento em 2026.

Entre os destaques, o café arábica apresenta a projeção mais expressiva, com expectativa de crescimento superior a 40%. Já o feijão da primeira safra deve registrar alta de 23,5%, reforçando a importância das culturas tradicionais e o equilíbrio da produção agrícola no estado. O algodão também mantém desempenho positivo, com previsão de avanço de 6,5%, consolidando a Bahia como o segundo maior produtor nacional, responsável por mais de 20% da produção brasileira.

Para o secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, Pablo Barrozo, os resultados refletem a modernização do setor e o compromisso com práticas sustentáveis. “A Bahia tem avançado com uma agricultura cada vez mais moderna e sustentável. Com a adoção de novas práticas agrícolas e a implementação do Plano ABC+ Bahia, estamos promovendo produtividade aliada à preservação ambiental, impulsionando o crescimento do setor e fortalecendo o desenvolvimento no campo”, afirma.

Sustentabilidade como eixo estratégico

Um dos principais pilares desse avanço é o Plano ABC+ Bahia, iniciativa estratégica do Governo do Estado, coordenada pela Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) em articulação com instituições públicas e privadas. O programa integra os esforços para enfrentar os desafios das mudanças climáticas no setor agropecuário.

A proposta é promover uma agricultura de baixo carbono, mais resiliente e sustentável, por meio da adoção de tecnologias inovadoras e práticas produtivas que conciliem o aumento da produtividade com a redução das emissões de gases de efeito estufa. O plano também incentiva a recuperação de áreas degradadas, o uso eficiente dos recursos naturais e a adaptação às novas condições climáticas.

Força no campo e desenvolvimento regional

O desempenho da agricultura baiana evidência não apenas ganhos produtivos, mas também impactos diretos na geração de emprego, renda e desenvolvimento regional. Regiões que antes eram vistas como desafiadoras vêm se destacando com investimentos em tecnologia, manejo e diversificação de culturas.

Neste Dia da Agricultura, a Bahia reafirma seu protagonismo no cenário nacional, aliando produtividade, inovação e sustentabilidade como caminhos para um futuro cada vez mais promissor no campo.

RHI Magnesita lança novo modelo de negócio para impulsionar a indústria e a sociedade O lançamento ocorre, nesta semana, na ABM Week - maior feira da América Latina nas áreas de metalurgia, materiais e mineração – em São Paulo. (Foto: Divulgação)

A RHI Magnesita, líder global de refratários, lança o 4PRO - seu mais completo modelo de negócios, unindo tecnologia, inovação e performance eficiente, além de soluções e o compromisso com a sustentabilidade. O lançamento ocorre, nesta semana, na ABM Week - maior feira da América Latina nas áreas de metalurgia, materiais e mineração – em São Paulo.

A RHI Magnesita está em constante evolução para oferecer parcerias duradouras em suas mais completas soluções refratárias, de acordo com as necessidades de seus clientes e dos desafios enfrentados pela sociedade. Dominando altas temperaturas, os refratários estão na base das indústrias responsáveis pelos produtos da vida moderna, como vidro, aço, concreto e alumínio. 

“Mais do que um contrato, estamos transformando a forma de interação com clientes alinhados aos nossos valores, como uma solução inovadora aos desafios contemporâneos da indústria e da sociedade”, explica Gustavo Franco, Chief Customer Office (CCO) da RHI Magnesita.  “Enquanto líderes globais no setor de refratários, queremos ir além das relações comerciais e olhar também para a sociedade e para o nosso planeta, sendo atores na construção de uma vida mais sustentável”.

O 4PRO é baseado em quatro pilares (4P): Performance, Parceria, Pessoas e Planeta. A Perfomance de excelência é o pilar fundamental do negócio que revolucionou o mercado com o modelo CPP (Cost Per Performance) anos atrás e segue sendo seu maior compromisso. A multinacional oferece recursos que integram novas tecnologias operacionais e soluções digitais, permitindo a tomada de decisão orientada por dados, previsibilidade e automação.

Relacionamento

A Parceria é o segundo pilar deste novo modelo de contrato. “Mantemos um relacionamento transparente, caracterizado pelo compartilhamento e geração eficiente e precisa de dados, além de acompanhamento próximo e contínuo das operações dos nossos clientes. Essa abordagem assegura melhor entendimento sobre os processos e viabiliza melhores decisões estratégicas. Como resultado, essa confiança mútua não apenas fortalece nossa parceria, mas também impulsiona o crescimento de ambas as partes, promovendo um desenvolvimento sustentável e colaborativo”, afirma Wagner Sampaio, presidente da RHI Magnesita na América do Sul. 

A responsabilidade com as Pessoas, sejam colaboradores diretos, terceiros ou clientes, é mais um diferencial do 4PRO. Com uma equipe de especialistas técnicos altamente treinados, a empresa investe constantemente em capacitação para proporcionar os melhores resultados com máxima segurança para os operadores. Isso reforça os padrões de segurança industrial e eficiência operacional. 

Sustentabilidade

O compromisso com o Planeta e com um futuro mais sustentável é o quarto pilar do 4PRO. “Hoje, olhar para o futuro não é mais uma escolha, é uma necessidade de todos nós. Queremos caminhar ao lado de nossos clientes, trilhando iniciativas de ESG em toda a cadeia de negócios. Acreditamos que uma parceria com clientes que possuem valores e ações semelhantes é o melhor caminho para ampliar o impacto da nossa jornada de sustentabilidade”, comenta Sampaio.

A RHI Magnesita investe em processos de descarbonização de suas operações, oferecendo aos clientes soluções totalmente transparentes, como a pegada de carbono de todo o seu portfólio nas fichas técnicas de seus produtos. Também fortalece a atuação local for local, suprindo a demanda regional com a produção local, a fim de reduzir transportes intercontinentais, diminuir as emissões de CO2, colaborar com o desenvolvimento econômico da região e contribuir para o desenvolvimento social local. 

A empresa possui uma agenda ESG com metas para direcionar os esforços da companhia e participa de ratings para comparar sua maturidade nos pilares de acordo com o mercado, como a Ecovadis, o MSCI e o CDP.

A economia circular também desempenha um papel importante na redução das emissões de CO2 em suas operações e de resíduos nas operações dos clientes. Em 2023, a RHI Magnesita coletou cerca de 30 mil toneladas de resíduos refratários no Brasil, destinados ao reaproveitamento. O uso de mineral circular evitou a emissão de quase 47 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

Todos esses pilares proporcionam melhores resultados e otimização de processos – valores fundamentais da companhia – proporcionando qualidade, eficiência e segurança na operação. Tudo isso está sendo oferecido pela RHI Magnesita por meio do 4PRO aos seus clientes - um novo modelo de negócio como resposta aos desafios atuais, impulsionando a transformação na indústria e na sociedade.

  • Bahia
  • 26 / Ago / 2024 - 08:21

Governo do Estado regulamenta Lei da Agroecologia e Produção Orgânica

  • Por: Camila Fiuza / Ascom BSF
Governo do Estado regulamenta Lei da Agroecologia e Produção Orgânica A iniciativa visa transformar o modelo de produção no estado, favorecendo a transição agroecológica e o fortalecimento da produção orgânica. (Foto: Thassio Ramos-Ascom / BSF)

No sábado (24), o Governo da Bahia regulamentou a Lei da Agroecologia e Produção Orgânica, nº 14.564 de 16/05/2023, um marco importante para a agricultura familiar e para o combate à fome. O governador Jerônimo Rodrigues assinou o decreto que estabelece a constituição da Comissão Interinstitucional de Agroecologia e Produção Orgânica (CIAPO) e a Comissão Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica (CEAPO), com a participação da sociedade civil, do governo e das universidades. A assinatura aconteceu durante uma plenária com movimentos sociais e organizações populares na cidade de Cícero Dantas.

Coordenador do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira celebra a regulamentação como um avanço para o Estado: “Aqui estamos pactuando uma grande aliança entre a agroecologia e a segurança alimentar para o combate à fome e produção de alimentos saudáveis”. Tiago afirma ainda que “assim como o Pró-Semiárido foi um grande laboratório da Política Estadual de Convivência com o Semiárido, o Bahia que Produz e Alimenta será o maior laboratório da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica”.

A nova regulamentação cria instâncias de gestão, execução e controle social da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica (PEAPO), promovendo práticas agrícolas que respeitam o meio ambiente e valorizam os pequenos produtores. A iniciativa visa transformar o modelo de produção no estado, favorecendo a transição agroecológica e o fortalecimento da produção orgânica.

Com a regulamentação da Lei, a Bahia se posiciona na vanguarda das políticas públicas voltadas para a sustentabilidade, abrindo um caminho inovador que pode servir de modelo para outros estados brasileiros. O compromisso com a agroecologia reforça a importância de um desenvolvimento rural que seja justo, equilibrado e que promova a segurança alimentar para todos.

Ainda durante a plenária, o governador Jerônimo Rodrigues reafirmou seu compromisso em colocar orçamento público para incentivo ao setor, bem como destacou o simbolismo da Lei de Agroecologia ser o seu primeiro projeto enviado à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).

É importante destacar que essa regulamentação é uma pauta histórica da sociedade civil organizada, neste ato representada pela Articulação do Campo; Articulação de Agroecologia da Bahia (AABA); Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA Bahia); Fórum da Agricultura Familiar (FBAF); Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA); Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB); Movimento dos Trabalhadores(as) Assentados(as) e Acampados(as) (CETA); Pastoral Rural; Escolas Famílias Agrícolas (EFAs); Teia dos Povos; Rede Povos da Mata; Movimento dos Atingidos pela Mineração (MAM); dentre um conjunto de organizações populares.

RHI Magnesita reúne comunidade de Brumado para projeto socioambiental A iniciativa visa dar mais transparência às ações da companhia em projeto de colaboração para o desenvolvimento da região. (Foto: Divulgação / RHI Magnesita)

A RHI Magnesita, líder mundial em soluções refratárias e operadora da maior mina de magnesita do mundo, realizou o primeiro encontro público do Projeto Brumado Consciente: Comunicação Ambiental Integrada. O projeto tem como principal objetivo dar transparência à comunidade de todo processo de produção e das iniciativas socioambientais na localidade. Cerca de 50 pessoas participaram do encontro que ocorreu no sábado (27/07), na Sala de Treinamento da empresa, durante toda a manhã. 

Na oportunidade, foi conduzida uma oficina socioambiental interativa, na qual utilizaram o Diagnóstico Rápido Participativo (DRP), um questionário projetado para dinamizar as ações. A comunidade envolveu-se de maneira ativa, discutindo a iniciativa do projeto e propondo sugestões para ações socioambientais colaborativas. Além disso, foi realizado uma sessão de escuta ativa para promover uma construção coletiva das estratégias e identificar pontos de melhoria.

Para o gerente de Meio Ambiente da RHI Magnesita para América do Sul, Carlos Eduardo Rodrigues, a interação e o engajamento dos moradores são fundamentais para o desenvolvimento tanto da empresa quanto da região. “Estamos em uma jornada sustentável junto com toda a comunidade ao entorno. Acreditamos que juntos, em uma parceria de ideias, possamos contribuir para desenvolver cada vez mais a região”, explica Rodrigues. “Este evento não só fortaleceu nossa transparência, como também nos ajudou a aprimorar nosso projeto com base nas perspectivas e sugestões da população local”.

Transparência

Para garantir que todas as comunidades ao redor da RHI Magnesita fossem convidadas, a empresa distribuiu cartazes e flyers informativos. Também foi implementado um sistema de QR Code, direcionando os moradores para o conteúdo do projeto integral disponível de forma online. Esse esforço garantiu que todos os participantes tivessem acesso fácil e completo às informações sobre o projeto, antes da reunião.

“Estamos muito satisfeitos com o envolvimento da comunidade e com as ideias recebidas neste primeiro encontro”, comentou Rodrigues. Uma comissão formada por representantes locais terá reuniões com a empresa para o fortalecimento desta parceria. A companhia também está à disposição para outras sugestões.

Mais Notícias

Pressione ESC para fechar