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RHI Magnesita reforça metas ambientais e amplia iniciativas de sustentabilidade no Brasil Líder global em soluções refratárias destaca avanços em reflorestamento, economia circular, energia renovável e gestão climática em Minas Gerais e Bahia. (Foto: RHI Magnesita)

No mês em que é comemorado o Meio Ambiente, a RHI Magnesita, líder global em soluções refratárias, compartilha os avanços da agenda ambiental no Brasil, com a realização de projetos voltados à recuperação ambiental, educação, preservação hídrica e gestão preventiva de riscos. As iniciativas fazem parte da estratégia ESG da companhia e vêm sendo ampliadas em Minas Gerais e na Bahia, estados que concentram operações importantes da empresa no país.  

Entre os destaques está a consolidação da rede de viveiros ambientais da companhia, atualmente presente em Brumado (BA), Santaluz (BA), Coronel Fabriciano (MG) e Onça do Pitangui (MG), com capacidade conjunta atual de até 30 mil mudas por ano. Em 2026, a empresa prevê a implantação de um novo viveiro em Uberaba (MG), com capacidade estimada de produção de 20 mil mudas por ano. Somadas, as iniciativas apoiam ações de reflorestamento, arborização urbana, recuperação de áreas degradadas e educação ambiental em comunidades e escolas públicas.  

“Na RHI Magnesita, entendemos que sustentabilidade precisa estar integrada à operação, às comunidades e às pessoas. Nossos projetos ambientais combinam eficiência operacional, preservação dos recursos naturais e formação ambiental, gerando impactos de longo prazo nos territórios onde atuamos”, afirma Carlos Eduardo Rodrigues, gerente de Meio Ambiente da RHI Magnesita na América do Sul.  

Em Minas Gerais, a companhia também vem ampliando projetos voltados à recuperação ambiental e à preservação hídrica. Na unidade de Ponte Alta, em Uberaba (MG) a empresa reduziu em 50% o consumo de água após a implantação de um sistema de monitoramento diário de indicadores, capacitação de equipes e identificação de pontos de vazamento. Já em Brumado (BA), a operação alcançou 90% de recirculação e reuso da água industrial, evitando o consumo de aproximadamente 998 metros cúbicos de água por hora.  

As iniciativas de gestão hídrica incluem ainda projetos de reaproveitamento de água em processos industriais, estudos para ampliação da segurança hídrica das operações, uso de supressores de poeira para redução do consumo de água e preservação de 22 nascentes na região da Serra das Éguas, na Bahia.  

Outro destaque da agenda ambiental da RHI Magnesita é o projeto “O Frete Muda”, iniciativa que leva ações de reflorestamento para a cadeia logística da empresa. O programa engaja transportadoras parceiras na recuperação de áreas degradadas por meio da doação e plantio de mudas produzidas nos viveiros da empresa.  

“A agenda ambiental exige planejamento, investimento contínuo e atuação integrada. Nosso foco é ampliar projetos que possam gerar benefícios ambientais concretos e fortalecer uma cultura de prevenção e responsabilidade compartilhada”, completa Rodrigues.

Bahia e Pará reforçam ações contra a doença de Chagas após aumento de casos Estados ampliam vigilância, orientações sanitárias e fiscalização do processamento de alimentos como o açaí. (Foto: Gabriel Jabur / Agência Brasília)

Dados preliminares de 2025 apontam 627 casos agudos da doença de Chagas no Brasil, dos quais 97% foram registrados na Região Norte. No mesmo período, foram contabilizados 8.106 casos crônicos, com maior concentração nos estados de Minas Gerais, Bahia e Goiás.

De acordo com o Ministério da Saúde, os números indicam a persistência da doença em áreas endêmicas do país. Para reforçar as ações de vigilância e controle, a pasta destinou cerca de R$ 12 milhões a 155 municípios considerados prioritários, distribuídos em 17 estados.

Entre as unidades federativas contempladas estão Bahia e Pará, com oito e 35 municípios prioritários, respectivamente.

Medidas sanitárias de enfrentamento à doença de Chagas

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou ao Brasil 61, em nota, que as medidas sanitárias desenvolvidas para vigilância e controle da doença de Chagas no estado estão estruturadas de forma integrada e contemplam ações de vigilância epidemiológica, entomológica, assistência e educação em saúde.

Entre as iniciativas adotadas está o monitoramento contínuo dos casos, realizado por meio de notificação e análise epidemiológica, o que contribui para a definição de estratégias de prevenção e controle. A Sesab também promove capacitações, cursos e seminários voltados a profissionais das áreas de vigilância e da rede assistencial, com foco especial nos municípios prioritários.

A vigilância entomológica, voltada à identificação, captura e monitoramento dos vetores da doença, também integra as ações desenvolvidas no estado.

No Pará, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) atua, desde 2024, com base no Plano Estadual de Enfrentamento da Doença de Chagas. O planejamento inclui vigilância ativa, fiscalização de alimentos especialmente do açaí, ações de educação em saúde e apoio técnico aos municípios quanto às boas práticas de manipulação.

Autoridades de saúde alertam para o risco de transmissão oral da doença, associada ao consumo de alimentos contaminados pelo protozoário Trypanosoma cruzi. A contaminação pode ocorrer, por exemplo, durante o processamento de produtos como o açaí, caso haja contato com o inseto vetor.

Manipulação de alimentos

Para reduzir riscos, as secretarias estaduais orientam que a população consuma alimentos de procedência confiável, provenientes de estabelecimentos regularizados e que adotem práticas adequadas de higiene em todas as etapas de produção.

Em relação à proteção domiciliar, a recomendação é o uso de telas e mosquiteiros, especialmente em áreas rurais, além da manutenção de ambientes limpos e da adoção de medidas como o afastamento de abrigos de animais das residências e a realização de inspeções periódicas.

Caso insetos suspeitos sejam encontrados, a orientação é capturá-los e encaminhá-los aos Postos de Informação de Triatomíneos (PIT) para identificação e análise.

Em nota, a Sesab reforçou que os estabelecimentos que manipulam alimentos devem cumprir rigorosamente as normas sanitárias vigentes. A atuação dos manipuladores deve assegurar condições adequadas de higiene em todas as etapas da cadeia produtiva, desde o armazenamento, preparo, processamento, até o transporte e conservação dos alimentos. 

“É fundamental garantir a capacitação contínua dos manipuladores, com ênfase na adoção das Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, especialmente para produtos consumidos in natura ou minimamente processados, como o açaí”, disse a Sesab, em nota.  Fonte: Brasil 61 / Bianca Mingote

Representantes de Brumado participaram de evento internacional sobre desenvolvimento sustentável O encontro destacou a importância da cooperação entre municípios e instituições para o fortalecimento de estratégias que promovam desenvolvimento sustentável, inclusão social e melhoria da qualidade de vida da população. (Foto: Ascom / Pref. de Brumado)

O 1º Encontro Internacional Conquista ODS foi realizado nos dias 9 e 10 de abril de 2026, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista. O evento reuniu representantes de 39 municípios da Rede ODS Bahia-Minas, além de especialistas nacionais e internacionais e integrantes da sociedade civil.

Com o tema “Governança, Cooperação e Implementação da Agenda 2030”, a programação incluiu debates voltados à formulação e ao fortalecimento de políticas públicas sustentáveis e integradas.

O município de Brumado participou do encontro com representantes de diferentes secretarias municipais, incluindo Planejamento, Administração, Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Cidadania, além do Gabinete. A presença teve como objetivo acompanhar discussões relacionadas à implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no âmbito local.

A iniciativa foi promovida pela Prefeitura de Vitória da Conquista, em parceria com instituições nacionais e internacionais, como a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a União Europeia e o Instituto Cidades Sustentáveis. O evento contou ainda com a participação de organismos e entidades como ONU-Habitat Brasil, CEPAL/ONU, Pacto Global da ONU – Rede Brasil, Universidad Nacional de Córdoba (Argentina), IBGE, CAIXA, entre outros.

A Rede de Municípios ODS Bahia-Minas, responsável por articular a participação das cidades, é uma iniciativa de cooperação territorial liderada pela Prefeitura de Vitória da Conquista. O objetivo é promover a integração dos ODS da Agenda 2030 às políticas públicas locais, por meio da cooperação entre municípios do sudoeste da Bahia e do norte de Minas Gerais.

Durante o encontro, foi destacada a importância da cooperação intermunicipal e institucional para o desenvolvimento de estratégias voltadas à sustentabilidade, à inclusão social e à melhoria das condições de vida da população. Fonte: Pref. de Brumado

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