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Riacho de Santana e Maracás sediam feiras agropecuárias que movimentam economia regional Já em Maracás, um dos eventos mais tradicionais do Vale do Jequiriçá, a programação reúne atividades voltadas à produção e à inovação no campo. (Foto: Divulgação/Ascom Seagri)

Dois dos mais tradicionais eventos agropecuários do interior baiano prometem impulsionar a economia e valorizar o setor rural neste fim de semana do mês de abril. A IX Expo Riacho será realizada entre os dias 17 e 19, no município de Riacho de Santana, no Sudoeste do estado. Já a 24ª Exposição Agropecuária de Maracás acontece nos dias 18 e 19, no parque de exposições da cidade, no Vale do Jequiriçá.

As duas feiras integram o calendário oficial da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), que reúne mais de 40 eventos ao longo do ano em diferentes regiões do estado, fortalecendo o setor agropecuário e promovendo o desenvolvimento regional.

O secretário estadual da Agricultura, Vivaldo Góis, destaca a importância dessas iniciativas para o interior. Segundo ele, as feiras agropecuárias desempenham papel estratégico na geração de emprego e renda, no aquecimento do comércio local e na difusão de inovações tecnológicas no campo. “O apoio do Governo do Estado a esse calendário reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento econômico e social das regiões do interior”, afirmou.

Em Riacho de Santana, a Seagri participa por meio do Centro Tecnológico Agropecuário (CETAB), oferecendo orientação técnica aos produtores e distribuindo material informativo. A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) também estará presente, com a Unidade do Território do Velho Chico, realizando atendimento ao público, fiscalização sanitária dos animais expostos e orientações sobre fitossanidade.

Já em Maracás, um dos eventos mais tradicionais do Vale do Jequiriçá, a programação reúne atividades voltadas à produção e à inovação no campo. Estão previstos torneio leiteiro, Copa de Marcha equina, além de exposições de flores, hortaliças, máquinas agrícolas e insumos. A feira contará ainda com palestras sobre manejo sanitário, gestão de propriedades rurais e novas tecnologias aplicadas à produção rural. Na última edição, o evento atraiu cerca de 45 mil visitantes.

Dia Mundial do Café: Chapada Diamantina, Barra do Choça e Barra da Estiva reforça liderança do Nordeste Ainda segundo o Instituto, o café gerou o 4° maior valor da agricultura baiana, com R$4,023 bilhões (8,5% do valor agrícola do estado). (Foto: Divulgação/ Ascom Seagri)

Nesta terça-feira (14), Dia Mundial do Café, o Brasil celebra um dos produtos mais consumidos e que faz parte da identidade cultural do país. E a Bahia deverá seguir como um dos principais produtores brasileiros do fruto em 2026, sendo líder no Nordeste e ocupando a quarta posição no ranking nacional, com 227,9 mil toneladas a serem colhidas. O montante corresponde a 5,9% da produção do país, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE.

Ainda segundo o Instituto, o café gerou o 4° maior valor da agricultura baiana, com R$4,023 bilhões (8,5% do valor agrícola do estado). "As condições favoráveis de clima e solo, aliadas ao trabalho de qualidade e inovação realizado pelos produtores, têm resultado em um café de excelência na Bahia, reconhecido no Brasil e no mundo. A Seagri seguirá atuando para apoiar a cadeia produtiva através de políticas públicas para estimular ainda mais a produção", declara o titular da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), Vivaldo Góis.

Desde 2016, o café canephora ou conilon, originário da África Ocidental e que possui como algumas das características a facilidade na produção e maior resistência a pragas e doenças, tem sido predominante na Bahia e deve representar, este ano, seis de cada dez toneladas do montante a ser colhido (133.055 toneladas). O café arábica, mais refinado e variado em acidez, corpo e sabor, tem estimativa de produção de 94,8 mil toneladas, ou seja, 41,6% do total.

As regiões do Extremo Sul, Sudoeste e Chapada Diamantina concentram a maior parte dos 130 municípios que produzem café na Bahia. Com 26,1 mil toneladas, Itamaraju ocupa o primeiro lugar na produção baiana, seguido de Prado, com 22,7 mil toneladas; Barra da Estiva, com 15,6 mil toneladas; Porto Seguro, com 15 mil toneladas; e Barra do Choça, com 14,9 mil toneladas.

Expansão e qualidade

De acordo com o diretor de Desenvolvimento da Agricultura da Seagri, Assis Pinheiro Filho, a área de planalto na região de Vitória da Conquista é tradicional no café arábica, com forte presença da agricultura familiar. "É uma localidade que se destaca pela resiliência e agora pela busca crescente por certificações de sustentabilidade e através do cooperativismo a agregação de valor", pontua. Já o Extremo Sul é considerado o “pulmão" do café conilon na Bahia devido ao clima quente e úmido, perfeito para a variedade, que tem tido demanda crescente pela indústria de solúveis e blends.

O Oeste baiano também vem se consolidando como um polo emergente na produção de café. A região conquistou, junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o selo de Indicação Geográfica (IG) de Procedência para o café arábica, reconhecimento que atesta a qualidade e a origem do produto.

Fatores naturais e tecnológicos explicam esse desempenho: áreas com altitude média de 700 metros, elevada luminosidade, baixa amplitude térmica e solos profundos e variados criam condições ideais para o cultivo. Somam-se a isso os altos níveis de produtividade, impulsionados por sistemas de irrigação e mecanização, voltados à produção em escala e à padronização exigida pelo mercado internacional.

Outra região que também possui o selo IG, na categoria Denominação de Origem, é a Chapada Diamantina. Contribuem para a qualidade do café da localidade características como altitude elevada que alcança 1.300 metros, baixa temperatura e orientação da encosta onde os cafezais são cultivados, combinados com práticas pós-colheita tradicionais. O resultado é um produto com notas sensoriais exclusivas, como acidez cítrica, corpo encorpado e um retrogosto prolongado, que tem despertado a atenção de paladares pelo mundo.

A Bahia ainda possui potencial para expandir o plantio de café para outras regiões. Os estudos de zoneamento (Zarc) no Vale do São Francisco, famoso pelas frutas, mostram potencial para a produção de café conilon irrigado, aproveitando a infraestrutura já existente de canais.

O Baixo Sul e o Recôncavo, com história na produção de cacau, guaraná e borracha, também são áreas favoráveis para o fruto. "Através do plantio do café conilon, os produtores podem diversificar as culturas, incrementar a agrofloresta e mitigar os riscos climáticos e econômicos, aproveitando também a logística portuária", completa Pinheiro Filho.

Políticas públicas

O Governo do Estado, por meio da Seagri, vem atuando na articulação da cadeia produtiva do café em parceria com as câmaras setoriais. As ações envolvem a consolidação de uma rede voltada para a produção de grãos de alto padrão, com investimentos em modernização do sistema produtivo, assistência técnica, infraestrutura de comercialização e fortalecimento das cooperativas. A pasta também coordena o Fórum Baiano de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas, responsável pelo processo que já rendeu oito Indicações Geográficas (IGs) a produções na Bahia.

Emprego em alta dificuldade: maioria dos brasileiros sente piora no mercado Em relação aos próximos meses, mais de um terço acredita que a situação do mercado de trabalho deve piorar. (Foto: Marcello Casal Jr / Agencia Brasil)

Mais da metade dos brasileiros sente que está difícil ou muito difícil conseguir trabalho no país. O número é resultado da 9ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV IBRE, com dados do trimestre finalizado em fevereiro de 2026, que mostrou que 53,6% dos respondentes percebem a dificuldade em encontrar emprego.

O número mostra uma piora em relação ao trimestre finalizado em janeiro, mas o FGV IBRE explica que, devido à falta de ajuste por sazonalidade nas séries, é possível que isso se deva ao período do ano. 

Em relação às perspectivas para o mercado de trabalho nos próximos meses, 34,3% dos respondentes acreditam que a tendência é que fique pior ou muito pior, enquanto 33% acreditam na tendência de que melhore ou melhore muito. Os 32,7% restantes acreditam na manutenção da estabilidade. O resultado majoritariamente negativo é o maior desde o trimestre móvel de outubro de 2025.

Segundo o economista do FGV IBRE Rodolpho Tobler, enquanto os primeiros resultados da sondagem de 2026 indicavam uma continuidade do aquecimento da economia visto em 2025, mas com uma tendência de estabilidade, os resultados do último mês mostram uma maior parcela da população acreditando na desaceleração do ritmo do mercado de trabalho na primeira metade do ano. Ele espera que, dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, a tendência seja a de um número de vagas menor do que o de 2025, ainda que haja uma possibilidade de ajuste nos indicadores caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido.

“Os primeiros resultados do mercado de trabalho em 2026 indicam continuidade do aquecimento visto no ano passado, mas agora com uma tendência maior de estabilidade. O resultado desse mês, mesmo que com cautela pela ausência de ajuste sazonal, já indica um percentual mais elevado de pessoas acreditando que o ritmo do mercado de trabalho tende a diminuir nessa primeira metade do ano. Dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, é esperado que o número de vagas abertas seja inferior ao que foi observado ao longo de 2025. Caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido, os dados de mercado de trabalho tendem a se ajustar para cima também”, afirma.

Divulgados mensalmente desde julho de 2025, os indicadores sobre a qualidade de emprego no país do FGV IBRE buscam complementar as informações existentes sobre o tema com dados exclusivos, derivados, principalmente, da percepção do trabalhador brasileiro sobre as condições de trabalho no momento. As pesquisas consultam pessoas em todo o território nacional, em idade para trabalhar, sobre os temas: satisfação com trabalho; chance de perder emprego e/ou fonte de renda; proteção social; renda suficiente; percepção geral sobre o mercado de trabalho; e expectativa para os próximos 6 meses do mercado de trabalho em geral. Fonte: Brasil 61

  • Brasil
  • 01 / Abr / 2026 - 11:28

Novo Caged: Brasil gera mais de 255 mil empregos formais em fevereiro

  • Por: Henrique Fregonasse
Novo Caged: Brasil gera mais de 255 mil empregos formais em fevereiro O saldo foi positivo tanto para homens, que ocuparam 100.257 postos, quanto para mulheres, que ocuparam 155.064 postos. (Foto: Matheus Itacaramby / TEM)

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou, na tarde desta terça-feira (31), os resultados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) referentes ao mês de fevereiro. O saldo de empregos com carteira assinada do mês foi de 255.321 novos postos de trabalho — resultante de 2.381.767 contratações e 2.126.446 demissões. O levantamento foi transmitido na voz do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a partir das 14h30 no canal do YouTube do MTE.

O resultado foi inferior ao de fevereiro de 2025, quando o Novo Caged apresentou saldo de 431.995 postos formais de trabalho. O ministro Luiz Marinho salientou que um resultado para fevereiro de 2026 menor do que o do mesmo período do ano passado já era esperado pelo MTE, uma vez que o mês teve mais dias úteis no ano anterior e o Carnaval foi antecipado no ano corrente. 

“A gente esperava um número menor do que foi o ano passado, em fevereiro, porque o ano passado teve mais dias úteis de fevereiro do que teria esse ano. Lembra que, no ano passado, [o resultado de] março foi relativamente baixo”, explicou.

Contudo, o ministro chamou atenção para o que chamou de uma “soma de complicadores”, ao se referir ao cenário de juros altos e do conflito no Oriente Médio, o que, segundo ele, tem impacto direto na capacidade de geração de empregos e na velocidade de movimentação da economia. “Nós temos uma guerra em curso criando muito transtorno para o mundo inteiro, no Brasil também, além dos juros altos. Essa soma é um complicador no sentido de investimento e da velocidade da geração de emprego com a velocidade que a economia vai andar. O que tem de positivo é que esses números são positivos.”

Os cinco grandes agrupamentos da atividade econômica registraram saldo positivo. Serviços liderou, com 177.953 postos, seguido por Indústria, 32.027 postos, Construção Civil, 31.099 postos, Agropecuária, 8.123 postos, e Comércio, com 6.127 postos.

Dentre as unidades federativas (UFs), 24 das 27 apresentaram saldos positivos, com destaque para São Paulo, com 95.896 postos, Rio Grande do Sul, com 24.392 postos e Minas Gerais, com 22.874 postos. As UFs com desempenhos negativos foram Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba, com 3.023, 1.186 e 1.186 postos a menos, respectivamente.

O saldo foi positivo tanto para homens, que ocuparam 100.257 postos, quanto para mulheres, que ocuparam 155.064 postos. A maior parte das vagas — 163.056 postos, o equivalente a 63,9% do total gerado no mês — se concentrou nos jovens de até 24 anos.

O salário médio de admissão foi de R$ 2.346,97 no mês, o que representa uma queda de 2,3% em relação a janeiro. Contudo, o valor indica aumento de 2,75% frente a fevereiro de 2025, indicando aumento real ao longo do ano.

Acumulado do ano

Segundo o MTE, já foram criados 370.339 postos formais de trabalho em 2026, elevando o estoque de vínculos celetistas para mais de 48,8 milhões. Nos últimos 12 meses, o saldo foi de 1.047.024 empregos.

Quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de Serviços, com saldo de 221.084 postos (+  0,9%). Na sequência, a Indústria gerou 86.091 vagas, a Construção 81.637 e a Agropecuária também apresentou resultado positivo, com 31.930 postos gerados. Já o Comércio registrou saldo negativo de 50.395 vagas perdidas. Fonte: Brasil 61

Governo do Estado autoriza mais de R$ 15 milhões para construção do Ceasa e drenagem do Riacho do Belém : Para Guanambi, as duas obras autorizadas totalizam um investimento superior a R$ 15 milhões e 390 mil. (Foto: Ascom / Pref. de Guanambi)

Nesta última sexta-feira (27), no Parque de Exposições em Salvador, o prefeito Arnaldo Azevedo, acompanhado do vice Zaqueu Rodrigues, do secretário de Governo Edileno Oliveira, além de vereadores e deputados, participou de um ato promovido pelo Governo do Estado para a assinatura de contratos de obras em 227 municípios baianos.

Conforme a gestão municipal, para Guanambi, as duas obras autorizadas totalizam um investimento superior a R$ 15 milhões e 390 mil. “A Ceasa irá transformar nossa cidade em um polo regional de distribuição de hortifrúti, além de desafogar o Mercado Municipal.  Temos outros projetos já finalizados e entregues ao governador e, ainda neste primeiro semestre, teremos novidades”, comemorou o prefeito Arnaldo Azevedo.

Detalhamento dos Investimentos assegurados para Guanambi:

CEASA: Foi assinado o convênio para a construção da Central de Abastecimento de Guanambi (CEASAG), com investimento estadual de R$ 13.701.286,92.

DRENAGEM: Foi autorizado a liberação dos recursos na ordem de R$ 1.690.852,80 para a obra de drenagem do Riacho do Belém, no trecho próximo da Av. Deolinda Martins/Codevasf. A obra consiste na construção de um sistema complementar de escoamento, tipo bypass, que redirecionará o fluxo de água para evitar os constantes alagamentos na região.  Fonte: Pref. de Guanambi

Em 2022, o PIB baiano correspondeu a 4,0% da economia brasileira Observou-se, também, movimento positivo na renda per capita da Bahia, que, em 2022, totalizou R$ 28.483,00. (Foto: Divulgação / SEI)

Os dados consolidados do Produto Interno Bruto (PIB) 2022, calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e demais órgãos oficiais de estatística do país, mostram que a atividade econômica do estado totalizou R$ 402,6 bilhões naquele ano. Do total, R$ 353,6 bilhões correspondem ao Valor Adicionado, e R$ 49,0 bilhões são de Imposto sobre Produto Líquido de Subsídios. Com esses resultados, a Bahia aumentou a participação no PIB brasileiro, saindo de 3,9% em 2021 para 4,0% em 2022.

A participação da Bahia na Região Nordeste também teve variação positiva entre 2021 e 2022, elevando-se de 28,4% para 29,0%. Ainda conforme os resultados consolidados de 2022, o PIB baiano teve crescimento de 4,2%, posicionando-se como a 11ª maior taxa de crescimento (o maior crescimento foi registrado em Roraima, com taxa de 11,3%).

Observou-se, também, movimento positivo na renda per capita da Bahia, que, em 2022, totalizou R$ 28.483,00. Se comparada à brasileira, houve melhora entre 2021 e 2022, visto que a relação entre a renda da Bahia e a do Brasil passou de 55,7% para 57,4%, ou seja, diferença entre a renda per capita do Brasil e da Bahia reduziu-se em 1,7 ponto percentual (p.p.). 

Entre os grandes setores econômicos, o setor de serviços correspondeu a 62,7% do Valor adicionado; a indústria respondeu por 25,9%; e a agropecuária por 11,3%. Em termos de variação da produção, a indústria se destacou com a maior taxa de expansão (6,2%) – dentro do setor industrial, a produção e distribuição de eletricidade, água e esgoto registrou o maior crescimento (18,4%).

“Os dados consolidados de 2022 mostram que, mesmo após a perda da Ford com seus impactos negativos sobre a cadeia automobilística, a economia baiana conseguiu manter uma trajetória de expansão produtiva, a qual contribuiu não apenas para o crescimento da participação no PIB do Brasil e do Nordeste, mas, particularmente, para a expansão da renda per capita. Apesar de ainda existir um longo caminho a percorrer nessa questão da renda per capita, quando comparamos Bahia e Brasil, a tendência dos últimos três anos é positiva e tende a se fortalecer nos próximos anos a partir dos investimentos públicos em infraestrutura – os quais garantirão uma inserção mais qualificada da economia baiana no Brasil -, bem como da chegada de investimentos privados, os quais se beneficiam dessa infraestrutura mais qualificada e disseminada por todas as regiões do estado”, explica o economista e coordenador de Contas Regionais da SEI, João Paulo Caetano.

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