Sertão Hoje

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Contagem regressiva para o Festival de Jazz do Capão

Quinta / 13.09.2018

Por Redação Sertão Hoje

Toda a programação do evento, que chega a sua 7ª edição, é gratuita.

Faltam poucos dias para o jazz se transformar na trilha sonora oficial da Vila do Capão, distrito de Caeté-Açú, no município de Palmeiras, na Chapada Diamantina. Durante dois dias, 21 e 22 de setembro, oito atrações da Bahia, do Brasil e do exterior fazem shows, sempre a partir das 20h, no Festival de Jazz do Capão. O público também pode conferir workshops com alguns dos artistas que participam das apresentações. Toda a programação do evento, que chega a sua 7ª edição, é gratuita. O projeto conta com o apoio financeiro do Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura. A realização é da Cambuí Produções e a produção da Gil e Canella Produções. Mais informações podem ser obtidas através do site festivaldejazzdocapao.com.br ou das redes sociais do Festival: Instagram (Clique Aqui) e Facebook (Clique Aqui) do Festival.

 O primeiro a subir ao palco, no dia 21, será Stefano Cortese, com seu Trio e convidados, que pretende apresentar um repertório de músicas autorais, com influências do jazz, da música do mediterrâneo e da música brasileira, além de homenagear compositores brasileiros em seus solos de piano. A segunda atração, Paulo Mutti, vai aproveitar a ocasião para lançar seu primeiro disco. Além de sucessos do seu primeiro disco, o artista fará releituras de sucessos da Música Popular Brasileira em formato de Trio, juntamente com Alexandre Vieira (Baixo Acústico) e Ivan Huol (Bateria). O baixista Filipe Moreno, que se apresentará ao lado do guitarrista Tarcísio Santos, prometeu tocar composições autorais, regionais e populares que fazem parte da trajetória musical dos dois artistas. Filipe e Tarcísio são amigos e parceiros musicais de longa data. Juntos no Festival, eles farão a releitura “surpresa” de uma canção bastante conhecida. No encerramento da primeira noite, o Conexão Berlin, da Alemanha, apresenta uma mistura de composições próprias com clássicos da música instrumental brasileira, a exemplo de “Pipoca”, de Hermeto Pascoal, e de “Rio Amazonas”, de Dori Caymmi. Formado por experientes músicos da cena jazzística da capital alemã, o grupo tem fortes conexões com a música latina e a música instrumental brasileira.
 

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