Sertão Hoje

Sertão Hoje

Bahia é o 2º estado com menos fumantes do país, indica IBGE

Quinta / 19.11.2020

Por Redação Sertão Hoje

Os dados são da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, realizada pelo IBGE em convênio com o Ministério da Saúde. (Foto: Reprodução / A TARDE)

A Bahia é o segundo estado com o menor percentual de fumantes do país, aponta a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com o Ministério da Saúde.

De acordo com o levantamento, 9,7% dos adultos baianos (1,081 milhão de pessoas) informaram o uso de cigarro. Somente Sergipe tem um índice menor (9,1%). Salvador possui 7,1% de fumantes na sua população (162 mil pessoas). As capitais com menos fumantes declarados foram Aracaju (4,9%), São Luís (6,3%) e Belém (6,4%).

Ainda conforme a PSN, Salvador é a capital com maior proporção da população adulta, empatada com Florianópolis, que consome álcool pelo menos uma vez por semana (40,2%) e a segunda com maior consumo abusivo de bebidas alcoólicas (28,1%). Os menores índices estão em Rio Branco, (14,7%), Manaus (14,8%) e Porto Velho (19,2%). No Brasil, 26,4% da população declarou consumir álcool pelo menos uma vez por semana. Entre os estados, lideram Rio Grande do Sul (34%), Mato Grosso do Sul (31,3%) e São Paulo (31,0%), enquanto os menores percentuais estão no Acre (12,6%), Amazonas (14,4%) e Alagoas (16,0%). A Bahia (26,7%) está no oitavo lugar. O consumo semanal de bebidas alcoólicas em Salvador é maior entre os homens: mais da metade deles (51,0%) afirmou beber pelo menos uma vez por semana, enquanto a proporção foi de 31,8% entre as mulheres. No entanto, as mulheres soteropolitanas são as que mais bebem toda semana, em comparação com os dados das outras capitais.

A Bahia tem 2º menor percentual de pessoas que avaliam a própria saúde como boa ou muito boa (54,2%), ficando à frente apenas do Maranhão (52,2%) e muito abaixo da média nacional (66,1%). Pouco mais da metade da população baiana (51,5%) e soteropolitana (51,6%) informaram diagnóstico de pelo menos uma doença crônica. Problemas de coluna, hipertensão e colesterol alto são as doenças crônicas mais frequentes no estado e na capital.

Comentários

Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.