Sertão Hoje

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Colunistas

Dário Teixeira Cotrim

Membro da Academia Montes-clarense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros. Também é ele o atual diretor da Biblioteca Pública de Montes Claros

FRUTOS DO MALMEQUER

Não se joga pedras em árvore em que não há frutos. Independentemente dos frutos que ali estão expostos para os propensos predadores. Se há frutos nuz-vômicas do malmequer, se há frutos macios e doces do benquerer, nada disso importa. Mas, tem que haver frutos, muitos deles. Não podemos recolher as nossas mãos, jogar pedras nas árvores do malmequer, para derrubar os frutos nuz-vômicas, as que estão envenenando a população brasileira é um dever de todos nós. Sabemos, e não é segredo pra ninguém, que o fruto nuz-vômica é terrível, e costuma conquistar aqueles mais desatentos com pechinchas de categoria ínfima em troca de apoio nas ruas. Não se deixe enganar, abra os olhos, fique atento, desconfie de tudo e de todos, pois o maupetismo ronda a sua casa.

Há pessoas grampeadas pelo maupetismo, gente que tem o rabo preso nos benefícios da política socialista, com empregos nas prefeituras para nada fazer, senão chacoalhar nas ruas das cidades as famigeradas bandeirolas vermelhas do PT e do MST. Sabe-se que todo trabalho é digno, desde que ele seja feito com responsabilidade, dedicação e respeito às instituições o que aqui não é o caso das formiguinhas petistas. Defender a corja dos meliantes petistas é, na verdade, uma obrigação daqueles que vivem dos favores da política. Nota-se que a cada instante deparamos com pessoas defendendo os desmandos do Lula, as burrices da Dilma e a arrogância dos maus políticos, afinal, isso faz parte do jogo. São pessoas que, no futuro, certamente se envergonharão dos seus descendentes até a quinta geração, ou mais.

No pomar petista há uma Árvore do Mal, que é exuberante e linda, e onde mora uma terrível serpente sempre atenta para picar as pessoas ingênuas: a cascavel da Dilma Rousseff. Aliás, no lamaçal fétido que ronda este pomar estão os criadouros do mosquito Aedes aegypti, o “mosquita da Dilma” trazido por Lulinha, o filho de Lula, das fezes apodrecidas dos elefantes do Parque Zoológico de São Paulo, onde foi monitor. Na verdade, os meliantes Lulas da Silva só fizeram a merda da zika em tudo aquilo que eles puseram as mãos.

Agora é tempo de poda. Temos, urgentemente, que eliminar essa árvore de galhos podres. Extirpar da terra salgada as raízes que ainda insistem em brotar, entre as ervas daninhas, outras árvores que dão os frutos do tipo “zédirceu” e da sua quadrilha organizada, é fato imprescindível. Uma coisa é certa: o Lula e a sua família já estão encarcerados em casa, presos pelo conjunto da obra. Eles não podem sair nas ruas; não podem visitar o belíssimo tríplex, em Guarujá e nem o aprazível sítio Santa Bárbara, em Atibaia; não podem viajar para o exterior e nem tampouco espiar, sorrateiramente, os políticos no Congresso Nacional. Um vexame!

Antes, porém, conjeturava-se que o ex-presidente Lula da Silva tivesse a popularidade da maioria dos brasileiros. Porém, em consequência de sua participação no mensalão, no petrolão e na lava-jato, sequer pode agora frequentar um restaurante, uma sala de cinema, um teatro de arena, senão disfarçado de “corno” como em baile de fantasia. É lamentável o triste fim do pobre menino nordestino que outrora foi O Filho do Brasil, e, agora, é o famoso chefe da quadrilha que vilipendiou, descaradamente, a nossa Petrobras. Lula na cadeia, porque é lá que é lugar de bandido!